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Inspire-se nesta yogini. Da evolução pessoal às posições mais sensuais

“Nunca somos demasiado velhos, demasiado novos ou demasiado flexíveis”, diz a instrutora de yoga que acredita que a modalidade é para todos.

Inspire-se nesta yogini. Da evolução pessoal às posições mais sensuais

Desde os oito anos de idade que o exercício físico faz parte da vida de Jessica Olie. Nascida no sul de África, viveu em oito países durante a infância, mas nem a constante adaptação a novos locais a fez desistir de treinar constantemente.

Enquanto nadadora profissional, treinava 10 vezes por semana, o que a obrigava a acordar quase todos os dias às 5h da manhã para treinar antes das aulas. Foi apenas no primeiro ano da faculdade que Jessica deixou esta rotina de treino intensa. Ainda assim, o gosto por um estilo saudável permaneceu, e foi nesta altura que ganhou noção de que uma vida saudável não se cinge ao exercício.

Este seu percurso é contado pela própria no site homónimo, onde se apresenta. Lá, partilha e-books de orientação à prática de yoga, uma modalidade que descobriu numa fase bastante stressante da sua vida.

Sentia que precisava de treinar para libertar a mente, mas uma aula de spinning já não era suficiente. “Alguém me sugeriu tentar o yoga e eu lembro-me de nem o considerar. Não queria alongar; eu nem conseguia tocar nos meus pés. Eu só queria treinar, suar muito e levantar pesos. Nunca considerei o yoga enquanto treino até o ter experimentado”, admite.

Para Jessica Olie, bastou-lhe isto mesmo: experimentar. Hoje, não se imagina sem esta prática e admite ter sido em 2014 que se viciou no yoga. Um vício saudável, onde trabalha o corpo e a mente de igual modo.

Da prática por prazer à profissional

Não demorou muito até que a yogini se qualificasse enquanto professora de yoga. Foi no Dubai que começou a lecionar e é lá também onde dá a maior parte das suas aulas até hoje. Mas, pela partilha deste seu estilo de vida, passou a receber cada vez mais e-mails que a questionavam sobre posições e dicas de treino. Dos pedidos resultou o e-book que sustenta o site da yogini.

“Não posso estar em diferentes sítios ao mesmo tempo, embora assim o desejasse. Com este livro, espero ajudar a que muitos aprendam comigo e que percebam o significado de treinar yoga de forma segura e eficaz”.

Nunca somos demasiado jovens, velhos ou flexíveis, diz a yogini, certa de que a partilha de imagens não é suficiente para que outros sigam uma jornada semelhante, pelo yoga. As fotografias que partilha, no entanto, são a porta de entrada para inspirar outros a seguir esta prática. Além das posições sozinha e com o namorado, o contraste entre o ‘antes e o depois’ é a prova de que o yoga é, de facto, para todos.

Confira-o nas fotogaleria acima, onde partilhamos um pouco do estilo de vida desta yogini.


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