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Inicio Treino Volte aos treinos sem sofrer. Dizemos-lhe como

Volte aos treinos sem sofrer. Dizemos-lhe como

Já a sabedoria popular diz (e com razão): Mais vale tarde do que nunca. E isto vale também para começar a fazer exercício físico.

Assim que a temperatura começa a subir e a vontade de ir à praia transforma-se numa (quase) necessidade, eis que surge um tão comum pensamento. ‘Devia ter treinado durante o inverno’. Se passou os últimos meses rendida ao sedentarismo – ou se já lá vão alguns anos desde o último treino – não desespere! Vai mais do que a tempo de mexer o corpo.

Ter motivação e uma rotina de treino devidamente planeada – e preferencialmente acompanhada – é meio caminho andado para que a estreia ou regresso ao mundo do exercício aconteça da melhor forma. Contudo, os erros são muitos, mais comuns do que pensamos e podem mesmo deitar por terra todo o esforço feito. É o que acontece quando há a “vontade de querer treinar todos os dias”. Nestes casos, “a intensidade a que o corpo é submetido é demasiado elevada. Aí, normalmente quem quer iniciar a prática desportiva não está preparado para tal.

Tendo em conta a frustração gerada, tendencialmente nas semanas seguintes desistem da prática de exercício físico”, começa por explicar Maria d’Orey, personal trainer e Diretora de Spa & Fitness Serenity, the Art of Well Being.

A par do treino, a alimentação

A alimentação desequilibrada é outro dos erros mais frequentes quando se regressa ao ativo. Normalmente, as pessoas “optam por uma dieta demasiado restritiva e que não vai fornecer ao organismo a energia necessária para o dia. Como vão sentir fome, vão acabar por comer mais e entrar no registo ‘bola de neve’”, diz a especialista.

Mas há um terceiro erro bastante habitual e que pode mesmo comprometer o início ou regresso à atividade física. Falamos, claro, dos “objetivos irrealistas”, que surgem, “em grande parte pelo simples facto de as pessoas não conhecerem o próprio corpo”. “Deve-se procurar traçar um percurso a longo prazo, com objetivos alcançáveis”, aconselha.

Para não cair nestes – e noutros – erros e levar adiante com sucesso um estilo de vida saudável, “é importante que as pessoas se informem corretamente”. “Se tiverem oportunidade para tal, devem recorrer ao conhecimento especializado (personal trainer e nutricionista) de forma a ser criado um plano de treino e alimentar adequado ao objetivo da pessoa, promovendo a descoberta pessoal e a conquista do bem-estar”.

Saber parar

Além disso, é preciso saber também quando colocar o travão. “Quando a pessoa fica ofegante ao ponto de não conseguir falar fluentemente, sofre de dores muito fortes localizadas nos músculos ou fica com a visão parcialmente distorcida, é conveniente abrandar o treino ou mesmo interrompê-lo”. Assim refere Maria, que destaca a importância de “ouvir o corpo e estabelecer os próprios limites”.

Os comuns males durante o treino

Se não tiver estes simples aspetos em consideração, além do risco de lesões e ausência de resultados, pode sofrer de dor de cabeça durante o treino.

Sobre esta consequência, Maria D’Orey explica que “há quem treine durante anos e nunca apresente este sintoma. Portanto, o mesmo deve ser tido em conta antes de mais sob o prisma médico, percebendo se existe algum historial clínico ou hereditário que o justifique. Acima de tudo, cada pessoa deve aprender a ‘ouvir’ o seu corpo e a estabelecer os seus próprios limites”.

Outro mal comum a estes casos são as tonturas e sensação de enjoo que ocorrem durante o treino. Apesar das causas poderem variar consoante a pessoa ou o seu estado de saúde, há causas comuns a apontar. Saiba quais.

 

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