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O vívosmart4 da Garmin é para quem se estreia nas corridas

A Women’s Health testou a pulseira de monitorização fitness e diz-lhe tudo sobre a experiência na primeira pessoa.

O vívosmart4 da Garmin é para quem se estreia nas corridas

Não só de relógios de corrida se faz a Garmin. A marca conta também com uma gama de monitorização fitness em que se inclui o aparelho que testamos por três semanas.

É um relógio ‘inteligente’ que tem em vista orientar para um estilo de vida mais saudável. Foi por isso que, embora o principal objetivo deste teste fosse o de correr com o aparelho, não pusemos de parte outras funcionalidades da pulseira e foi por isso que, durante três semanas, andámos sempre com a vívosmart4 no pulso – até para dormir.

Quando alguém se estreia com um aparelho Garmin, deve descarregar a aplicação que o complementa. No perfil, é pedido que indique várias informações como a hora a que se deita e a que se levanta, peso, idade, número de vezes que treina por semana, entre outros. A conexão entre aparelhos é constante, desde que tenha o Bluetooth ligado (e não, não lhe gasta assim tanta bateria quanto possa pensar).

É na app que se tem acesso a vários aspetos do nosso dia-a-dia. Os mesmos dados são apresentados à semana, o que permite fazer um balanço mais geral sobre o sono, número de passos, lances de escadas subidos ou corridas feitas. Nada que não se consiga saber sem um aparelho como este. Mas o certo é que ter estes dados literalmente à mão, dá-nos uma maior consciência sobre como levamos o dia-a-dia.

Analisando a experiência como um todo…

Achamos que a vívosmart4 é um apoio a quem quer ter uma noção mais real do seu estilo de vida. Os dados que lhe chegam ao smartphone ao minuto podem ser o suficiente para definir melhor os seus horários de sono ou organizar o próprio dia, por saber que precisa de uma caminhada ao final do dia.

Quanto ao treino de corrida, e ainda que soubéssemos à priori que este não era um relógio de corrida, daqueles que analisa meticulosamente cada km, achamos que não é o aparelho mais sensível a este tipo de treino.

Os quilómetros são contados, assim como o tempo e o batimento cardíaco, mas durante a corrida estes são os únicos dados disponíveis. Já depois da corrida, é também apresentado o ritmo de corrida, calorias gastas e cadência de corrida. Ou seja, para quem quer controlar a velocidade a que completa cada km, este não será o melhor apoio. É por isso que achamos ser uma boa opção para quem é iniciante nos treinos de corrida, mas não a quem procura um acompanhamento mais especializado da sua performance de corrida.

Assim, concluímos que a vivósmart4 é mais indicada a quem procura melhorar o seu estilo de vida, acompanhando vários dados relativos ao quotidiano. É-o também para quem se inicia nos treinos de corrida e por isso procura uma ferramenta que contabilize os dados mais gerais daquele exercício.

A prova final:

Seja iniciante nas corridas ou não, tendemos a confiar nos dados que o aparelho nos dá relativamente ao tempo corrido, velocidade média e distância. É pois nas provas organizadas que melhor se compara estes dados com os que são disponibilizados pela organização de cada prova.

Por isso, no final de dezembro do ano passado corremos os 10 km da São Silvestre de Lisboa com o vívosmart4. Embora esta fosse uma prova de 10 km, o aparelho de monitorização da Garmin mostrou-nos um percurso de quase 11km – talvez esteja na altura de evitar grandes contornos e ultrapassagens durante a prova.

Quanto ao tempo final, foi bastante semelhante ao apresentado pela organização da referida prova, mesmo com a dificuldade sentida ao passar as linhas de partida e chegada pela falta de sensibilidade do ecrã ao toque para iniciar e pausar a corrida.

Gostamos:

  • Do design, que é bastante simples e discreto. A pulseira não incomoda e é versátil a vários estilos.
  • Da app que acompanha a vivosmart4, por ser bastante intuitiva e completa.
  • Da bateria, que é tão eficaz quanto a marca promete: apenas sentimos necessidade de carregar o aparelho a cada seis dias de utilização.

Não gostamos:

  • Do ecrã. Apesar de ser touch, o ecrã do aparelho não é muito sensível. Numa prova em que se queira iniciar o treino no momento exato em que se passa a linha de partida, sentimos que o ecrã não responde da forma mais imediata. O mesmo para quando se quer pausar a corrida durante o treino.

 

O nome do aparelho não lhe é estranho? É possível que já o tenha lido na Women’s Health de primavera que acabou de chegar às bancas! Lá, falámos desta experiência num espaço dedicado aos treinos para quem tem pouco tempo. Quer melhor desculpa para andar com um relógio destes ao pulso do que treinos curtos mas bem monitorizados?

Percorra as imagens da fotogaleria e conheça melhor o vívosmart4 da Garmin.


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