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Vacinas contra a covid e risco de aborto espontâneo. Que ligação?

Este é um dos argumentos apontados por quem não ‘confia’ na eficácia e segurança da vacina contra a covid-19.

Há quem relacione o aborto espontâneo à vacina contra a covid-19. Há alguma veracidade no risco de abordo espontâneo como consequência da vacina?

A questão foi diretamente colocada ao infecciologista Miguel Araújo Abreu, assistente Hospitalar Doenças Infecciosas no Serviço de Doenças Infecciosas do Centro Hospitalar da Universidade do Porto. A resposta não podia ser mais precisa.

“A evidência mais recente não mostra qualquer associação entre o abortamento espontâneo e a vacina contra a covid-19. Posso dizer que há um estudo recente publicado na JAMA, que avaliou mais de 100 000 gestações. A percentagem de abortamento espontâneo nas grávidas vacinadas não foi maior que o verificado nas grávidas não vacinadas”, garante o especialista.

92,6% da população portuguesa está completamente vacinada contra a covid-19

Vivemos numa altura em que as medidas de contenção contra a pandemia do novo coronavírus estão já bastante aliviadas. Além disso, a percentagem de população portuguesa completamente vacinada é bastante relevante. Mas, ainda assim, esta ainda é uma questão que alguns apontam.

Como tal, a Women’s Health esclareceu o tema junto de Miguel Araújo Abreu. Falámos também com o psicólogo Jaime Ferreira da Silva; afinal, por vezes os argumentos contra tal vacinação não são mais do que o reflexo de movimentos antivacina sustentados por “crenças que são irracionais”, diz o psicólogo.

Conheça melhor a reflexão destes dois especialistas na edição da Women’s Health atualmente em bancas. Uma edição que marca também os 8 anos da Women’s Health e que é protagonizada por Sara Matos.

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