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Treino curto não vale a pena? Ciência prova o contrário

Treino curto não vale a pena? Ciência prova o contrário

A falta de tempo é uma das desculpas mais comuns para escapar a um treino. Mas faz algum sentido? Claro que não.

E não é difícil perceber porquê. Afinal, a eficácia dos treinos curtos é tão boa como a dos treinos mais longos.

Segundo um estudo publicado na revista JAHA – Journal of the American Heart Association, o que conta é mesmo movimentar o corpo diariamente.

 

O estudo

Uma equipa de investigadores do Instituto Nacional de Cancro e da Universidade Duke, nos Estados Unidos, analisou os dados de 4.840 adultos registados no National Health and Nutrition Examination Survey entre 2003-2006 e o número de mortes nos Estados Unidos em 2011.

O objetivo passava encontrar uma possível ligação entre o tipo de atividade física e a risco de doença e morte prematura.

Assim que cruzaram os dados, os cientistas concluíram que o risco de morte prematura ou doença ficava significativamente reduzido quando a atividade física fazia parte da rotina diária.

Mas, de que tipo de atividade física falamos? De qualquer uma, na verdade.

Apesar de as recomendações serem de 150 minutos por semana (cinco treinos de meia hora, por exemplo), o estudo veio provar que treinos mais curtos podem ser igualmente benéficos para a saúde.

Mas não só: Além de curtos, os treinos podem ser também pouco intensos.

Diz a investigação que este tipo de treino tem o mesmo impacto na saúde do que os mais longos e fisicamente intensos.

Para os cientistas, este estudo serve para motivar as pessoas mais sedentárias e com maior risco de doença. Afinal, até os pequenos movimentos contam.

Pronta para refazer os planos semanais e incluir mais treinos na rotina diária? Tem aqui um treino de apenas 15 minutos que promete fazer ‘milagres’.

E já agora, nunca esqueça os burpees e faça do bosu um aliado.

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