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#aWHtestou. A spirulina protagonizou a minha rotina de beleza. Eis o veredicto

Durante um mês, trocamos qualquer produto de higiene e beleza de rosto pelos da portuguesa Suta. Passadas quatro semanas, falamos dos resultados.

A spirulina protagonizou a minha rotina de beleza. Eis o veredicto

* Na rubrica #aWHTestou, a redação Women’s Health atreve-se a experimentar novidades que chegam ao mercado e a contar a sua experiência na primeira pessoa.

A spirulina tem vindo a ganhar terreno enquanto tendência, e com bons motivos. Considerada um superalimento, pelas suas propriedades nutritivas, esta microalga ganhou a atenção de muitos. E não só a nível de alimentação.

A indústria farmacêutica e de cosmética estão também de olhos postos neste alimento e Mirela Suta não ficou atrás. Pelo contrário, com a marca que registou em 2012, conseguiu se diferenciar no meio.

Suta é uma marca de cosmética que nasce de várias pesquisas e investigações iniciadas em 2010. Há 9 anos que se procuram as melhores conjugações que permitam tirar o máximo proveito de todos os ingredientes utilizados. Anti-envelhecimento, pele acneica e/ou oleosa e pele sensível são as três linhas que compõem toda a gama.

São os elevados níveis de spirulina em cada produto que distingue a Suta de outras marcas que usam esta alga. “Usamos altas concentrações, o máximo permitido, para que os seus efeitos sejam o mais benéficos possível”, explica a fundadora da marca.

À boleia desta elevada concentração de spirulina, chegam duas grandes propriedades da alga: nutrição e hidratação. De notar também o poder antioxidante e cicatrizante da spirulina que permite a sua utilização até nas peles mais sensíveis. As propriedades estendem-se também às peles acneicas e envelhecidas. É desta vastidão que resultam as três linhas que se focam na limpeza, tonificação e hidratação da pele.

O lado mais ecológico

Para as peles mais sensíveis e não só, vale a pena referir a atenção dada à natureza. “Os produtos não são testados em animais. Decidimos ir pelo caminho natural ao não usar ingredientes que não provenham do petróleo, sejam sintéticos ou tenham químicos”, refere Mirela Suta. A fundadora garante que esta atenção ao ecológico não lhe limitou, de todo, a sua pesquisa. “A natureza oferece muitas oportunidades. Temos de entender qual a mais adequada à nossa pele”.

E porque “tipos de pele existem só três, mas estado da pele existem muitos mais, temos de saber conjugar os produtos com o tipo de pele”, como explica na minha visita a um dos seus consultórios, em Lisboa. Foi lá que me foi feita uma avaliação à pele da qual resultou o conjunto de produtos mais aconselhados.

Todos os cremes que me propôs foram da linha sensível. Para começar o dia, o sabonete cremoso (que funciona também como desmaquilhante), creme intensivo-hidratante, sérum hidratante e creme de olhos e lábios. Para a noite, a rotina é totalmente repetida à exceção do creme intensivo-hidratante, que deve ser substituído pelo creme anti-couperose hidratante.

Demasiados cremes?

A minha resposta imediata foi ‘sim’ mal vi o conjunto de produtos à minha frente. Mas bastou uma curta explicação sobre cada um para perceber que, afinal, não eram assim tão mais do que aquilo que usava e precisava.

Se não usamos no rosto o mesmo creme hidratante que no corpo, porque o faríamos com o sabonete? A resposta está no comodismo, que responde também à não utilização de um creme hidratante diário para o dia e outro para a noite. A esta especificação a cada momento do dia, acrescenta-se o sérum, que deve ser aplicado após o creme hidratante para completar a sua ação.

Quanto ao creme para lábios e olhos (e sendo esta última a única zona onde Mirela me apontou os primeiros indícios de rugas), é essencial para hidratar já que estas são as áreas do rosto onde a pele é mais sensível.

O creme hidratante habitual é demasiado gordo para a zona dos olhos, o que pode levar a efeitos indesejados. Mais: a aplicação deste creme em movimentos circulares em redor dos olhos, com enfoque na cana do nariz, ajuda a desobstruir esta zona, que se torna tensa por culpa do tempo que é passado em frente ao computador.

Não é só beleza

O conhecimento sobre cada produto ajuda a orientar a escolha da rotina de beleza ideal a cada caso particular. Embora tenha a pele sensível, como confirmou a fundadora da Suta, a camada protetora do rosto torna-se ainda mais fina no inverno. É por isso que se torna necessário apostar na hidratação nesta altura do ano, em comparação com peles mais maduras. Daí que, antes do tempo mais quente, deveria fazer uma segunda consulta para redefinir a rotina mais indicada ao estado atual da minha pele.

Veredicto final?

Na referida consulta foi-me dito que os resultados eram rapidamente visíveis após poucos dias. Numa semana, comprovei que assim o era. A pele com tendência a vermelhidão deu lugar a uma tez mais uniforme, sem esconder as sardas e manchas naturais da pele.

Os cremes hidratantes são de muito rápida absorção – ideal, já que depois deste ainda temos mais dois cremes a aplicar no rosto. Mas o creme favorito foi o sabonete cremoso: deixa imediatamente a pele fresca e uniforme, totalmente livre de qualquer oleosidade. Talvez para quem use diariamente base, blush, sombras e outros produtos, este não seja suficiente para retirar toda a maquilhagem. Mas para mim, que me cinjo à máscara de pestanas e sombra de sobrancelhas, o sabonete é mais que suficiente. Apenas achei o sérum um pouco oleoso demais. Contudo, vale a pena referir a atenção aconselhada à dose do produto, que é altamente concentrado.

Percorra as imagens da galeria e conheça cada um dos cremes utilizados durante este mês de teste. Quanto aos restantes produtos, podem ser conhecidos e comprados no site da própria marca.


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