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Sorrir não significa necessariamente que esteja feliz

Harry Witchel decidiu estudar a interação entre os humanos e os computadores, por acreditar que é semelhante à interação entre humanos.

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Sorrir faz bem à saúde, reduz o stress e deixa-nos mais contentes. Ainda assim, sorrir pode não significar que esteja extremamente feliz com o que se está a passar naquele momento.

Investigadores da Escola de Medicina de Brihgton e Sussex afirmam mesmo que sorrir pode estar relacionado com o nível de envolvimento do sujeito na ação e não determina, na prática, nenhum grau de felicidade.

Os cientistas levaram a cabo uma pesquisa que contou com 44 participantes e os voluntários tinham de responder a nove questões com um nível de dificuldade avançado sobre geografia. Enquanto respondiam, através de um computador, estavam a ser filmados, pelo que foram essas filmagens que permitiram tirar conclusões.

 

O estudo

O investigador principal e especialista em linguagem corporal, Harry Witchel decidiu estudar a interação entre os humanos e os computadores, por acreditar que é semelhante à interação entre humanos e outros humanos. No caso das interações entre a pessoa e o computador, o sorriso não se deve a um sentimento de felicidade, mas sim a um sentimento de compromisso.

A análise das imagens retiradas da interação entre as pessoas e os computadores permitiu entender que a maior parte dos sorrisos acontece depois de os participantes saberem a resposta às perguntas. Durante o tempo em que estavam a tentar chegar à resposta, estas pessoas não sorriram.
Ao saberem se tinham acertado ou errado, os participantes expressavam um sorriso, especialmente quando erravam. É por isto que os investigadores concluem que sorrir pode nem sempre estar ligado à sensação de felicidade ou frustração, mas sim ao nível de envolvimento social.


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