Menu
Inicio Saúde Dia Europeu do Melanoma. Aprenda a avaliar os sinais

Dia Europeu do Melanoma. Aprenda a avaliar os sinais

Aprenda a identificar os vários tipos de cancro de pele e saiba em que zonas do seu corpo deve procurar os perigosos sinais.

Está prestes a começar mais um verão e com ele vêm as idas à praia e as horas a torrar ao sol para conseguir o melhor bronze. Até a corzinha aparecer somam-se comportamentos de risco e surgem os famosos escaldões. Aquilo que hoje é apenas uma mancha vermelha desconfortável na pele pode, daqui a poucos anos, trazer graves consequências para a sua saúde. Falamos-lhe do cancro de pele, uma doença grave que se manifesta em vários locais do corpo, de diversas formas e feitios.

Os quatro tipos de cancro de pele

Queratose actínica, carcinoma espinocelular, carcinoma baso-celular e melanoma. São estes os quatro tipos de cancro de pele. Não precisa de decorar os nomes complicados, mas tem de ter consciência dos perigos que a exposição solar tem para a sua saúde.

Este tipo de cancro costuma aparecer em adultos e idosos, como resultado de excessos da infância, adolescência e juventude. Surge em forma de lesão avermelhada e, muitas vezes, é mais grave do que parece. O diagnóstico precoce é essencial para o sucesso do tratamento, principalmente quando fala-mos do melanoma, o tipo de cancro cutâneo mais perigoso.

“É o que mais preocupa os dermatologistas. Apesar de não ser muito frequente é o mais agressivo, aquele que mais mortes costuma provocar. Muitas vezes, infelizmente, aparece em pessoas relativamente jovens ou em adultos de meia idade”, explicou à Women’s Health a dermatologista Inês Coutinho.

As mulheres são as mais atingidas

Em Portugal surgem, todos os anos, cerca de 700 novos casos de melanoma maligno. Segundo a especialista, a incidência deste tipo de cancro é muito parecida entre o sexo masculino e feminino.

“Porém, nas faixas etárias mais jovens, as mulheres são mais atingidas. Essa diferença tende a modificar-se nas idades mais avançadas. Mas é importante referir que estes dados que temos agora são relativos a utilizações do passado, de pessoas que eram jovens há 20 anos e que já não refletem a realidade atual”, sublinhou Inês Coutinho.

Para a especialista, é imperativo mudar a forma como a sociedade olha para o bronze. “As pessoas não deviam querer ficar bronzeadas para parecerem saudáveis. Devíamos aceitar o nosso fotótipo”, afirmou. Até porque o bronzeamento já é um sinal negativo, uma manifestação de agressão ao nosso ADN.

Ainda assim, é possível ganhar aquela corzinha sem pôr em risco a sua saúde. Quando é gradual, o bronze transforma-se num fator de defesa do nosso organismo para nos proteger de futuras exposições solares. “Com tempo, cuidado, precaução e bom senso, qualquer pessoa consegue ter uma cor saudável, que é ligeiramente acima daque-
la a que a pessoa está habi-tuada. Devemos é mudar o paradigma”, acrescentou a dermatologista.

É sinal ou melanoma?

Há que saber distinguir um e outro caso. Para tal, o método ABCDE ajuda a distinguir os simples sinais do nosso corpo de um perigoso melanoma. a ilustração abaixo apresentada, da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo, ajuda a decifrar:

 

Como forma de prevenção, há que saber examinar a pele para bem procurar manchas de aparência suspeita. Percorra as imagens da galeria para saber onde e como procurar.


Leia também:

5 alimentos para evitar o cancro

Brand Story