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6 passos até dar à luz: O que acontece?

O parto é uma etapa de muita tensão, nervosismo e medo. Por isso, a WH foi perceber como funciona este momento tão importante, do início ao fim. 

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O parto é uma etapa de muita tensão, nervosismo e medo. Por isso, a WH foi percebercomo funciona este momento tão importante, do início ao fim.

Partida, Largada… fugida

O parto pode ser divido em três etapas, segundo Irene Paiva, ginecologista e obstetra do Hospital Lusíadas Porto. A primeira, a dilatação, acontece quando o bebé decide que está na hora de ver o mundo e vai desde as primeiras contrações até à fase de dilatação completa. A segunda fase “começa na dilatação completa e termina quando da expulsão do feto”. Mas o trabalho não fica por aqui, surgindo a terceira fase, a dequitadura. Ou seja, a expulsão de placenta e membranas.

Força

“Força”, “um último esforço”. Todas nós já ouvimos as frases de novela, mas será que fazem assim tanto sentido? As contrações uterinas são dolorosas e involuntárias, caracterizando-se por um conjunto de alterações químicas e hormonais. Na fase expulsiva, surgem a cada minuto. “A pressão intraabdominal provocada pela contração dos músculos abdominais e pelos esforços voluntários da mãe é um auxílio importante”, explica Irene Paiva. Por isso é importante que faça força em sincronia com as contrações.

Bexiga, obedece-me

Esta é uma das partes que costumam ficar fora da Sétima Arte, mas durante o parto ter dificuldade em controlar a bexiga, perda involuntária de fezes ou até vómitos são consequências normais. Irene Paiva realça que estes sintomas podem ter que ver com a anestesia ou a analgesia, além de serem a resposta do organismo às mudanças químicas e hormonais comuns nesta fase.

O corpo é que paga

No parto vaginal é comum haver lesões perineais – na região que se situa entre a vagina e o ânus –, que podem ser mais ou menos graves. É uma realidade que é importante realçar e é fundamental que a equipa médica consiga detetar se existem lesões deste tipo, para não haver problemas, a longo prazo, como incontinência. Se tudo correr dentro da normalidade, no prazo de uma semana a mulher não deve sentir dores decorrentes do parto.

Uma droga chamada amor

Assim que descobre que está grávida inicia-se uma montanha-russa de emoções. Primeiro, chega a euforia e, depois, o medo de não conseguir dar conta do recado e de não ser boa mãe. “Gera-se um conflito. Se, por um lado, a mãe está feliz, por outro lado as alterações que vai sofrer preocupam-na”, elucida Irene Paiva.

Palpites de cabeceira

É bom ouvir conselhos de família e amigos sobre o processo da gravidez e sobre o que será a nova dinâmica com um bebé em casa. Mas tudo com conta peso e medida. “Por vezes, as pessoas que rodeiam a mãe são um fator de instabilidade. Na maior parte dos casos, uma boa conversa com profissionais de saúde e a sensação de estar acompanhada e apoiada fazem toda a diferença. São o medicamento mais precioso”, conclui a especialista em ginecologia. Frequentar um curso de preparação para o parto e envolver o seu companheiro nesse processo. Estas são é boas formas de estar mais preparada e mais calma durante o grande momento.

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