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Saltar com fé

Mafalda Almeida
fé

Se está a ler esta crónica é porque segue as publicações da Women’s Health e toda a informação preciosa que esta publicação nos faculta no âmbito da saúde e bem-estar.

Parabéns para si, porque se lê, é sinal que se preocupa (de forma positiva – se tiver dúvidas sobre este conceito de PRE-OCUPAÇÃO, leia por favor a minha crónica anterior).

Em jeito de continuação da referida crónica anterior, hoje gostaria de lhe falar sobre o poder dos saltos. Saltar à corda faz bem no âmbito cardiovascular, e também nos traz enormes benefícios no que diz respeito à mente, e acima de tudo ao reforço da nossa coragem. Muitas são as vezes que me questionam, tanto em formações como nas sessões de coaching individual, qual será a fórmula mágica para se mudar de vida, para se ser mais feliz.

Sou completamente contra as fórmulas mágicas porque considero que esse tipo de discurso é altamente enganador. Tudo se consegue com resiliência, foco, esforço, cedência, escolhas. Não existem comprimidos que resolvam os nossos temas e problemas em 10 minutos. E muito menos existem comprimidos que nos empurrem para melhores escolhas, para o reforço da coragem através dos chamados “saltos de fé”.

Ora bem, um salto de fé não tem de ser um passo para o abismo. Uma coisa é certa: é muito possivelmente um passo para o desconhecido, e isso traz-nos um medo enorme. Bem ou mal, nós precisamos de certezas, nós gostamos da nossa zona de conforto, mesmo que ela não nos esteja a trazer nenhum valor acrescentado.

Assim, quando me refiro a “saltos de fé”, refiro-me a darmos pequenos passos fora da nossa zona de conforto. Se todos os dias cumprirmos com este compromisso connosco mesmas/os, com certeza que olharemos para trás, num futuro, com enorme orgulho da pessoa em que nos tornámos. E sabe porquê? Porque é com saltos de fé que reforçamos a nossa coragem e que conseguimos construir melhores resultados para a nossa vida. Da mesma forma: com exercício cardiovascular reforçamos, por exemplo, a capacidade e a robustez do nosso coração.

Faz sentido para si?

Confesso que gosto de comparar os resultados da nossa vida com a nossa saúde cardiovascular. Ambos dependem de várias capacidades do ser-humano, entre elas (e como já referi): o foco, a resiliência, a coragem. Acrescento agora também: o amor-próprio. Onde vamos sem este último “ingrediente”? Não iremos muito longe, infelizmente. A nossa
saúde mental e física depende dele também. O nosso amor próprio pode resolver muitos temas na nossa vida, já pensou nisso? Inclusive a nossa saúde cardiovascular) Está tudo ligado, somos um só sistema, e por isso os saltos são saltos apenas. De uma coisa eu
sei: qualquer salto vai trazer aprendizagem.

Dê mais saltos, confie no resultado. E conte-me tudo, estou por aqui!

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