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Estes são os verdadeiros benefícios de cada tipo de arroz

O arroz tem um sabor único e rico, sendo uma parte importante da gastronomia típica portuguesa. Mas qual é o melhor tipo?

Sabe mesmo escolher o melhor tipo de arroz?

Se hesitou ao escolher entre arroz branco e arroz integral no seu restaurante favorito, definitivamente não está sozinha. O arroz tem um sabor tão bom, principalmente quando está temperado com molho, e é uma parte importante da gastronomia típica portuguesa. Mas será que todos os tipos são iguais?

De acordo com a nutricionista Teresa Lourenço, “os portugueses consomem com maior frequência dois tipos de arroz: o carolino, que tem um grão redondo e curto e que é rico em amido, e o agulha que é de grão médio e, ao ser cozinhado, fica com uma textura suave e tenra”.

Mas será que o integral não é melhor para a saúde?

A Teresa Lourenço explica-lhe as diferenças entre os principais tipos de arroz e qual deve preferir em casa situação.

Branco ou polido Vs. Integral

“O primeiro sofre um tratamento industrial de branqueamento com o objetivo de eliminar o farelo e o gérmen, enquanto o integral conserva parte da casca e farelo (daí que seja mais escuro), tenha mais nutrientes nomeadamente mais fibra, e, por isso, dê mais trabalho durante a cozedura, além de levar mais tempo ao lume”.

Basmati

“O arroz Basmati pode ser encontrado na versão branco ou integral, os seus grãos são longos, tem uma cozedura mais rápida e por ter menos amido do que o arroz carolino, acaba por ficar mais solto após a cozedura. Faz parte dos aromáticos, assim como o Thai e o Jasmin e a vantagem destes tipos de arroz é que não precisam de mais ingredientes ou temperos para garantir um sabor agradável”.

Vaporizado / paraboilizado

“É leve onde e o grão fica sempre solto, sem colar. Absorve menos os sabores dos outros ingredientes e tem uma coloração mais amarelada. Durante o processamento passa por uma técnica de vaporização que permite reter mais nutrientes do que no arroz branco (vitaminas, minerais, fibra)”.

Preto ou selvagem

“É negro por fora e branco por dentro, tendo um grão longo, sendo ideal para saladas ou misturar com o arroz basmati ou branco. Não é considerado um arroz verdadeiro, mas sim uma gramínea aquática. É rico em nutrientes (fibra e proteína) e pobre em calorias”.

Risotto

“Tem um grão semelhante ao carolino e serve justamente para fazer pratos de risotto. Absorve muita água e fica bem cremoso”.

Japonês

“É o arroz utilizado no sushi e deve ficar de molho uma hora antes de ser cozido. Pode conter algas e peixe cru na sua lista de ingredientes”.

Desidratado

“Encontrado em embalagens de porções individuais, com ou sem adição de outros ingredientes (ex. algas, cogumelos, frango…), necessitando de água para reconstituição e consumo”.

Vermelho

“Tem uma coloração vermelha devido ao farelo presente nos seus grãos e é útil para acompanhamento, assim como arroz Venere, um tipo integral preto”.

Além das características de cozedura e no que toca à quantidade de nutrientes, alguns tipos de arroz devem incluir a sua dieta em maiores quantidades do que outras, dependendo dos seus objetivos. Se quer perder peso, Teresa Lourenço recomenda que evite os tipos desidratados ou pré-confeccionados, uma vez que podem ter quantidades de sal, açúcar e aditivos indesejada.

Já opções enriquecidas em fibra podem ser boas aliadas para garantir a saúde dos seus intestinos, mas não se esqueça que a forma de confecionar os alimentos também importa. “Ao cozinhar o seu arroz em casa tenha atenção à quantidade de gordura que adiciona e evite os caldos (ex. galinha, legumes…), pois estes têm imenso sal”.

Para ganhar massa muscular o ideal é aumentar o “aporte proteico total diário, sendo que as opções mais acertadas são o aromático Thai, o Venere, o Integral e o selvagem, uma vez que revelam maior teor de proteína”.

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