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Quem mais espreita o telemóvel do parceiro: eles ou elas?

Não são poucos os casos de quem por ciúme, desconfiança ou outro não resista em agarrar no telemóvel e bisbilhotar à procura de problemas, literalmente.

Couple using smart phone for social networks together

Quando bem doseada, um pouco de ciúme não faz mal à relação. Mostra que se interessa pelo outro e tem ‘medo’ de o perder. Mas tudo em conta, peso e medida: não queira controlar o seu parceiro ao ponto de interferir com a sua privacidade e liberdade. Deste modo, estará a por de parte a confiança em que se deveria basear a relação.

Tal acontece quando dar uma olhada no telemóvel da sua cara-metade é um comportamento comum na relação. E não são poucos os casos em que isto acontece, como prova o estudo avançado pelo bankMyCell, site de venda de aparelhos eletrónicos.

No estudo, propôs-se um inquérito sobre o assunto em questão, que nem sempre é tabu. De facto, vários são os casos de casais que consentem que o parceiro espreite o seu telemóvel sempre que quiser. Noutros casos, tal é feito pelas costas.

Quem mais ‘peca’…

Segundo o estudo a uma amostra americana, são os homens quem mais espreita o telemóvel do parceiro. Esta foi a resposta de 70% dos homens, dos quais 40% faziam-no com consentimento. Por parte das mulheres, 47% admitiu ver o telemóvel do parceiro, 24% das quais com autorização.

Comum a toda a amostra foi o à-vontade que todos os inquiridos mostraram em relação a deixar o parceiro ver o seu telemóvel. Será este, então, um reflexo de que há confiança na relação?

De todo. Mesmo com todo este à vontade, um em cada dois homens sabe a passe para entrar no telemóvel da companheira. Por contraste, uma em cada três mulheres sabe a passe do parceiro.

Mas o que procuram no telemóvel do outro?

Numa era em que temos ‘toda a vida’ parece estar concentrada no telemóvel e redes sociais, e que tais aparelhos estão ao alcance da ponta dos nossos dedos, este aparelho é visto como uma porta aberta para qualquer questão que se queira ver resolvida sobre alguém.

Dito isto, e colocando a confiança em segundo plano, para a maioria dos homens (89%), o espreitar o telemóvel da parceira deve-se à necessidade de confirmar se lhe está a ser infiel, a mesma razão por que 70% das mulheres o fazem.

Assim, se vale a pena ou não, as conclusões do estudo não o aconselham. Se por um lado quase 50% dos inquiridos admite que já encontrou no telemóvel algo incriminador, 25% dos homens e 17% das mulheres admite que acabaria com a sua relação se se apercebesse que o seu parceiro não confia em si e usa o telemóvel do outro para esclarecer certas dúvidas.

Em suma, esta análise reflete o comportamento dos millenials, já que a amostra inquirida contava com adultos entre os 18 e os 35 anos de idade.


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