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Poluição cutânea. Livre-se deste mal e aproveite a cidade

Não deixe que a sua beleza se asfixie. Agarre-se ao seu arsenal de cosmética ativista e diga “Não à poluição”. Este é o inimigo invisível que quer combater.

Está mais que na hora de se preocupar com o aquecimento da Terra e com as suas consequências ambientalistas inerentes. Mas não deixe de se preocupar com a sua cara bonita.

À diminuição da camada de ozono na alta atmosfera (esse gás que rodeia a Terra e a protege da radiação solar), que faz aumentar os níveis de radiação solar na superfície terrestre, somam-se os poluentes provenientes da atividade humana. Tráfego e fábricas são as mais comuns. Resultado? As cidades e zonas rurais acabam por ter altas e nocivas concentrações de ozono e poluição.

Para além dos problemas respiratórios, o aumento da radiação UV-B pode fragilizar o sistema imunológico e provocar, entre outras coisas, o envelhecimento prematuro da epiderme e infeções na pele – a nossa barreira salva-vidas! Como se isso não bastasse, aumenta ainda as probabilidades de vir a sofrer de cancro da pele.

Intoxicadas

Se vive numa cidade, a prova do algodão vai fazer-lhe lembrar as noites de smog is in the air. Passar um disco desmaquilhante impregnado de tónico ou água micelar não vai deixar margem para dúvidas. Isto pode explicar porque muitas mulheres, especialmente as que vivem em grandes cidades, aparentam ter mais idade. Uma má qualidade ambiental acelera a idade biológica da pele.

Está demonstrado que os poluentes mais prejudiciais para a derme são os derivados de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH). São principalmente provenientes da combustão dos carros a diesel. Estas substâncias e a poluição a que estamos expostas fazem aumentar o desenvolvimento de radicais livres, que favorecem o aparecimento de rugas e falta de fi rmeza, reduzem os níveis de vitamina E e C, antioxidantes naturais da camada córnea, que fazem com que diminua o aporte de oxigénio aos tecidos, o que se traduz num rosto apagado. Consequência? Uma pele mais sensibilizada e envelhecida, com perda de luminosidade, manchas e desidratação

Escudo protetor

Assim vistas as coisas, parece muito importante que Portugal continue a apostar em medidas que evitem a emissão de CO2 e de outras partículas tóxicas com as quais convivemos. No que diz respeito à nossa cara talvez não possamos combater os seus efeitos, mas pelo menos minimizá-los. Faça uma limpeza exaustiva do rosto, um gesto que deve repetir todos os dias, de manhã e à noite.

 

Alerta sol

Nunca é demais lembrar que devemos usar diariamente fotoprotetores, já que os seus filtros nos protegem dos raios UV. Combinados com as partículas poluentes, potenciam ainda mais o dano cutâneo. Em condições normais, a pele é capaz de reagir e de neutralizar essas agressões graças ao seu sistema de defesa, que combina enzimas, moléculas e proteínas específ cas dos mecanismos de reparação. Mas quando há uma sobreprodução de radicais livres, o equilíbrio natural da pele altera-se, as suas defesas decrescem e a efi cácia diminui, por isso é tão importante ter cuidado como sol. A Clarins, por exemplo, tem desenvolvido maquilhagem com um microfilme que evita que as partículas em suspensão se infiltrem na pele.

 

Mais que limpa

É importante escolher a fórmula adequada para cada pele. Para as mais sensíveis deve optar-se por um desmaquilhante sem sabão. Para as normais, um produto com o mesmo PH da pele (entre 5,5 e 6) e nas oleosas pode utilizar-se uma fórmula com ácido glicólico ou salicílico. Este deve ser o primeiro passo. Para além disso, há que aplicar depois um creme com antioxidantes ou vitamina C. Também pode complementar com nutricêuticos para atenuar a oxidação e a erosão do manto lipídico.

 

Exercício ao ar livre?

Se faz desporto outdoor trate de minimizar os danos dos agentes tóxicos. Ao correr pela cidade junto à estrada, o seu organismo precisa de mais oxigénio do que se andasse de forma descontraída. Isto significa que inalará também mais partículas tóxicas, algo que provoca danos no seu organismo e rosto. Fazer exercício é sempre recomendável, mas a poluição nas cidades atua de forma negativa nos nossos pulmões. Idealmente, deve procurar correr em parques ou jardins.

O sistema respiratório e o cardiovascular são os que mais sofrem se tem uma exposição continuada à poluição. Também a pele é afetada pelas impurezas do ambiente, pois os vasos que a irrigam são muito pequenos e os que mais depressa sofrem o efeito oxidante. Solução? Evite lugares e as horas com mais tráfego e use uma máscara que não permita a passagem de partículas poluentes.

A par da poluição, o inverno por si só é também agressivo para o rosto. Saiba como se proteger do tempo mais frio com as dicas que partilhamos na fotogaleria acima.

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