Menu
Inicio Beleza Os objetos mais sujos do seu estojo de maquilhagem

Os objetos mais sujos do seu estojo de maquilhagem

Sim, os seus produtos de beleza e maquilhagem provavelmente estão infestados de bactérias. E sim, isto significa que pode ter a bactéria E. Coli a viver na sua pele.

Os objetos mais sujos do seu estojo de maquilhagem

Seja bem-vinda ao artigo número 346789090 sobre ‘coisas que precisa de limpar mais regularmente do que atualmente faz’. Na sua Women’s Health já falamos de elásticos para o cabelo ou roupa de treino, por exemplo.

Mas porque nunca é demais alertar, hoje falamos de produtos e acessórios de maquilhagem. De acordo com um grupo de investigadores da Universidade de Aston, da área de Ciências da Saúde e da Vida, a maioria dos produtos de cosmética, tais como mascara de pestanas, lip glosses e esponjas de maquilhagem, tais como ‘beautyblenders’ estão contaminadas com bactérias tal como E. coli e staphylococcus. Por que razões? São raramente higienizadas – mesmo depois de caírem no chão da sua casa de banho, ou de serem usadas com as mãos sujas. Além disso, quando as guarda húmidas, está a criar as condições perfeitas para perigosos germes respirarem.

Dos 467 produtos testados no estudo aqui referido, eis as percentagens apresentadas com bactéria staphylococcus:

  • 77% dos eyeliners
  • 72% dos beatuyblenders
  • 69% das mascaras
  • 56% dos batons
  • 55% dos lip glosses

Além disso, mais de um quarto dos beautyblenders testados e um em cada 10 batons ou lip glosses estavam infetados com a bactéria E. Coli. Se usados junto dos olhos, boca ou feridas abertas, estes produtos contaminados podem facilmente levar a infeções.

Tais descobertas levam a crer que os fabricantes e órgãos reguladores da produção de tais produtos devem agir no sentido de ajudar os consumidores. Destacar as datas de validade e instruções de limpeza na própria embalagem do produto são iniciativas a seguir.

“É preciso fazer mais para educar não só os consumidores de produtos de beleza mas também a industria que os produtos”, remata Amreen Bashir, co-autor do estudo em questão.

Artigo via Women’s Health Australia

Brand Story