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#oMeuCorpo. O que diz Cláudia Lima sobre o seu corpo

Feliz com o corpo que tem, com as marcas que nele nascem e com a cor que pinta a sua pele, Cláudia Lima é um dos rostos do movimento #oMeuCorpo.

Tem apenas 21 anos e uma segurança de si mesma que é capaz de inspirar e motivar muitas mulheres – e não poderíamos estar mais orgulhosas disso mesmo. Feliz com o corpo que tem, com as marcas que nele nascem e com a cor que pinta a sua pele, Cláudia Lima é o exemplo de um corpo de mulher real, sem filtros, sem rodeios e sem olhares críticos.

Honro a minha cor. Mas a beleza, essa, vem de dentro”, lê-se na mensagem que Cláudia passa a todas as nossas leitoras e que espelha a importância de amar e cuidar do próprio corpo.

A estudante e modelo é um dos rostos do movimento #oMeuCorpo, uma iniciativa da Women’s Health Portugal lançou em prol do amor-próprio, do corpo da mulher tal como é e da importância da aceitação para o bem-estar físico e emocional.

 

O que sentes quando te vês nua ao espelho?

“Os espelhos são um vício para mim, tanto eles como qualquer coisa que possa refletir a minha imagem. Sinto-me completamente segura e tranquila com a imagem que carrego, daí não dispensar qualquer tipo de ‘olhadela’ a um espelho”.

 

A tua autoestima já ficou de algum modo afeta por causa do teu corpo?

“Se alguma vez algo no meu corpo me fez baixar a autoestima? Não algo, mas sim alguém! E é por isso que precisamos aprender a viver com a opinião dos outros a amar-nos da maneira que somos!

 

Há alguma parte do teu corpo com a qual não te sintas bem?

“Sinto me bem com todas as partes do meu corpo!

 

Como cuidas diariamente do teu corpo?

“Já fui muito apaixonada pelo desporto, pratiquei atletismo e voleibol. Hoje posso dizer que adoro, mas não pratico muito. Levo uma alimentação normal e tento cuidar da pele diariamente com produtos que se adaptem a ela, o que não é fácil!

 

O que é para ti o corpo de uma mulher real?

“Para mim não existe a ‘Mulher Real’. Podem sim existir estereótipos de mulher, o que não equivale a um tipo de corpo ‘real’ ou único. Somos todas diferentes, algumas semelhantes mas nunca iguais. Não poderia existir o corpo de uma mulher real quando temos maneiras de pensar, vestir, alimentar, cuidar dos nossos corpos, objetivos e perspetivas completamente opostas. Logo, o corpo ideal é aquele em que nos sentimos bem, aprendemos e gostamos de viver dentro ou até melhorá-lo. Idealizar-nos a nós próprias é sim ter um corpo real”.

 

Tal como Cláudia Lima, junte-se também ao nosso movimento

https://www.womenshealth.pt/living/wh-pt-celebra-corpo-feminino/

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