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Obesidade saudável? Ciência deita por terra a teoria

Obesidade saudável? Ciência deita por terra a teoria

A obesidade é a epidemia do século XXI e nem assim os casos de pessoas com excesso de peso diminuem.

De ano para ano, as balanças em todo o mundo apresentam números cada vez maiores e são cada vez mais as crianças a liderar os rankings de excesso de peso – algo que permite, à partida, adivinhar o que se avizinha para a saúde futura.

Apesar de todos os riscos conhecidos que são associados à obesidade, a ciência tem estudo ao longo dos últimos anos a possibilidade de uma pessoa com excesso de peso poder ou não ser considerada saudável.

O conceito de obesidade saudável foi ganhando terreno, mas, afinal, não passa de uma teoria que pode, na verdade, induzir muitas pessoas em erro.

 

Obesidade saudável? Ciência deita por terra a teoria

Apesar de cerca de um terço das pessoas obesas apresentarem uma boa saúde metabólica, a verdade é que o coração está sempre em risco e que esse estado ‘saudável’ pode desaparecer ao longo dos anos (e à boleia dos quilos conquistados), diz um estudo do Instituto Alemão para Nutrição Humana de Postdam-Rehbruecke.

Na prática, dizem os cientistas, não se pode ser um obeso saudável pelo simples facto de o risco de doença de coração e AVC se apresentar elevado – quando comparado com as pessoas que apresentam um peso saudável.

Publicado na revista The Lancet Diabetes & Endocrinology, o estudo focou-se ao longo de 30 anos na saúde feminina e detetou que a obesidade pode fazer com que a mulher fique com má saúde metabólica – algo que, por si só, não permite o rótulo de saudável.

Ao todo foram observadas mais de 90 mil mulheres e os cientistas concluíram também que o excesso de peso e um Índice de Massa Corporal acima dos 30 leva a um maior risco de desenvolver diabetes tipo 2, colesterol alto e pressão sanguínea elevada.

 

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