Kale, a couve que todas deveríamos comer

Numa altura em que os ‘verdes’ têm novamente destaque na alimentação, há uma couve que se assume como protagonista. Falamos da kale.

Este vegetal pertence à família Brassica oleracea – a mesma dos brócolos, da couve-de-Bruxelas e da couve-flor – e destaca-se não só pelas cores, mas também pelos sabores.

As cores variam entre o verde, o roxo e o azul e os sabores oscilam entre o amargo e o adocicado depois de cozinhada.

 

O que é que a kale tem?

Rica em vitaminas e minerais, a couve kale tem uma grande capacidade protetora do organismo.

Depois de passar a pente fino alguns estudos sobre este vegetal, a Universidade de Harvard revela que apresenta propriedades anticancerígenas e anti-inflamatórias. Mas não só: o coração fica também mais protegido, assim como as células saudáveis mais reforçadas.

Apesar de a genética ter sempre algo a dizer na saúde das pessoas, está provado que o consumo de vegetais ajuda a prevenir um vasto leque de doenças, em particular as que estão associadas com o estilo de vida (obesidade, diabetes e hipertensão).

 

Incluir a kale na alimentação

Para tirar proveito de todos os benefícios que esta e outras couves oferecem à saúde, nada como apostar na diversidade e nos mais variados métodos de confeção.

Para quem pretende incluir esta couve na dieta, estas são algumas das melhores formas de o fazer:

  1. Acrescentar as folhas e os talos na sopa;
  2. Acrescentar a kale picada na preparação de hambúrgueres;
  3. Usar como substituta da alface em sanduíches ou wraps;
  4. Juntar aos smoothies ou sumos verdes;
  5. Caramelizar com cebola;
  6. Fazer ‘chips’ de kale no forno.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

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