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Este é o número máximo de amigos que tem na vida real

Este é o número máximo de amigos que tem na vida real

Partilhar algo nas nossas redes sociais é uma prática comum do dia-a-dia. Desde uma fotografia do cenário paradisíaco onde fomos passar férias com os amigos até aos vídeos dos primeiros passos do nosso bebé, os temas multiplicam-se. Na verdade, as partilhas que fazemos nas redes sociais são escolhas e seleções muito precisas.

Segundo a autora Wendy L Patrick, temos tendência a publicar algo que nos possa garantir mais ‘gostos’. No entanto, isto não se trata de um ato egoísta, mas, sim, social, como defende a autora norte-americana, já que estamos num contexto de redes sociais.

Se o objetivo for sentir-se acarinhada pelos seus amigos virtuais, o mais indicado é publicar fotografias suas no hospital ou sem maquilhagem, dado que a vulnerabilidade cria uma linha de apoio maior.

 

Um estudo diz-lhe quantos amigos tem

Também a quantidade de amigos é um fator essencial quando falamos das redes sociais. O investigador Robin Dunbar, no final dos anos 90 apontou para, no máximo, o ser humano ser capaz de manter 150 relações estáveis de cada vez.

Essas conclusões foram adaptadas pelo investigador em 2016, num estudo que reforçou as mesmas conclusões, mesmo com a influência das redes sociais. Até as pessoas que têm muitos amigos online não verificam um aumento do número de amigos chegados.

São as pessoas mais jovens que têm mais amigos no Facebook, mas são os mais velhos que têm mais amigos na vida real. As relações reais e mais íntimas, ao contrario do que acontece com relações casuais, requerem que passe tempo com a pessoa.Tempo esse que deve ser desfrutado pessoalmente, cara a cara, e não através do ecrã do seu smartphone, se quer manter o nível de intensidade emocional que tem com o seu amigo.

Destas 150 relações, apenas entre 5 e 15 pessoas são os seus amigos mais íntimos, de quem pode depender emocionalmente quando estiver com algum problema. São ainda as mulheres quem tende a ter mais amigos nas redes sociais.

 

Ser demasiado ativa nas redes sociais pode significar problemas psicológicos

As interações que realizamos nas redes sociais estão, segundo vários estudos, ligadas a níveis de autoestima mais baixos, especialmente se temos a tendência para expor a nossa vida constantemente. Além de a insegurança ser demonstrada através da publicação de diversas fotografias, por exemplo, com a sua cara-metade, uma nova pesquisa prova que o uso do Facebook pode mesmo ser problemático.

Este estudo da Universidade de Galway, na Irlanda indica que os utilizadores do Facebook com mais inseguranças e maior necessidade de sentirem um vínculo com alguém tendem a procurar essa proximidade na rede social. Esta é uma tendência mais expectável em indivíduos com uma autoestima mais baixa e com algum tipo de problema psicológico.


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https://www.womenshealth.pt/living/isto-dificuldade-amizades-novas/

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