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move, a linha de activewear da Cantê para “quem quer encontrar o seu movimento”

A primeira coleção desta nova marca da Cantê chega hoje, a par do relançamento da já conhecida My Intimate. A WH falou com Francisca Pereira, fundadora da marca.

“Deixar fluir, deixar ir, promover encontros connosco e aproveitar tudo o que vem dessa conexão”. Esta ideia é parte do mote com que se apresenta a move, a marca de activewear que completa a oferta que a Cantê – através do swimwear – e a My Intimade – através da lingerie – já disponibilizavam à mulher que se quer cuidar por si e para si.

Os tons neutros mas com o toque de energia certo, que dá um pouco mais de vida às cores suaves, os pormenores que diferenciam um top ou T-shirt de treino, a textura de certas peças, o brilho de outras ou a leveza ao toque no tecido técnico são caraterísticas que fazem da primeira coleção da move uma novidade que vai querer mesmo conhecer – e que já pode faze-lo no site da marca e no Fall Market (mercado da Stylista) onde a marca se estreia para venda já este fim de semana, 8 e 9 de outubro.

A Women’s Health não faltou ao evento onde esta novidade foi dada a conhecer pela primeira vez e que agora é desvendada através da sessão fotográfica que contou com Francisca Gomes e Laura Dutra. As fundadoras da Cantê não esconderam o orgulho na mais recente novidade da família Cantê, como nos conta Francisca Pereira, owner da My Intimate e da move, com quem estivemos à conversa.

Fazia falta esta peça do puzzle não era? A coleção de activewear.

Sem dúvida! Era algo que já estava nos planos. Estamos há mais ou menos 2 anos e meio a sonhar com isto e estamos super orgulhosas felizes com o resultado final. Foi uma batalha grande mas deu tudo certo! Eu sou suspeita, mas acho que está incrível.

A Mariana Delgado, fundadora da Cantê, disse-nos que quiseram ser o mais versáteis possíveis nesta coleção porque também vocês, responsáveis pela marca, praticam desportos diferentes e têm estilos diferentes…

Isso mesmo. No meu caso, gosto muito de correr. Faço as minhas provas, as minhas meias maratonas, mas também corro na areia. Além disso, faço beach ténis, eletroestimulação, musculação, muay thai… eu sou uma pessoa que gosta de estar em constante movimento e gosto de todos os dias fazer um dia de desporto diferente. Quando criamos esta coleção pensamos nisso mesmo: quando faço yoga, o que é que gosto de vestir? E quando vou correr, e está mais frio, o que é mais confortável? E se corro na praia? E se for fazer padel? Pensamos em distintos momentos para garantir que tínhamos um produto final com que nos conseguíssemos sentir bem em todos os momentos.

…e que não se cinge apenas ao desporto.

Sem dúvida! Acho que depois da covid-19 toda a gente anda a apostar no atleisure…

É neste aspeto que a move se difere de outras coleções de activewear?

Eu acho que temos sempre um lado mais feminino e de moda. Obviamente que aqui procuramos, nas cores e nos cortes, fazer as coisas de maneira a ser possível vestir um top e uns calções e ficar cool se metermos uma camisa por cima. O conjugar umas leggings com umas botas… enfim, há milhões de maneiras de misturar roupa de desporto com peças do dia-a-dia, e nós pensamos também um bocadinho nisso. Nas cores, no tecido, na modelagem, como é que iria também dar para o dia-a-dia, para quem quer apenas vestir-se cool, mesmo fora do ginásio.

E quanto à My Intimate, porquê este regresso agora?

Nós achamos que era importante acompanhar esta novidade [com a nova coleção, Bloom]. As linhas estão muito conectadas entre si, ate a Cantê, de swimwear. O que nós queremos, acima de tudo, é cuidar das mulheres e queremos que elas se sintam bem com elas próprias. A move vem desse movimento, assim como a nossa coleção de lingerie e de swimwear, vem para motivar e fazer com que as nossas clientes mulheres encontrem o seu movimento. Eu acho que é como uma onda, as coleções vão todas acabar por se interligar.

A mulher tem varias fases: acordamos de camisa de noite, depois pomos um conjunto para ir treinar e depois voltamos a arranjar-nos. É muito importante a mulher sentir-se bem com ela própria. Foi desta ideia que a My Intimate nasceu, com este propósito e foco de a mulher se cuidar, sentir-se bem, bonita para ela. Tudo isto começa dentro de nós e a move também ajuda nisto.

A vossa produção continua a ser toda feita em Portugal?

…e no Brasil. Estamos a expandir, a Cantê está a crescer muito e sentimos necessidade de começar a expandir. Em Portugal já temos tanta coisa que às vezes é bom também diversificar para outros países.

E esta coleção da move tem uma necessidade técnica um pouco maior…

Sem duvida. Nós quisemos mesmo ir procurar os melhores tecidos porque para fazer desporto temos de nos sentir confortáveis. Além disso, tivemos o cuidado de procurar tecidos com proteção UV, que fossem biodegradáveis e tudo isso demorou muito tempo até encontrarmos o tecido perfeito. O resultado final está finalmente aqui! Eu acho que ficou espetacular…

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