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O exercício ajuda a cuidar do cérebro

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Os benefícios da atividade física vão muito além do corpo tonificado ou da perda dos quilos extra.

Embora estes dois fatores sejam o principal propósito de quem treina, a verdade é que é na saúde que todas as atenções devem estar centradas. E quem diz saúde, diz saúde física e mental.

Ao longo dos últimos anos, multiplicaram-se os estudos sobre o verdadeiro impacto de uma vida ativa. Homens, mulheres, mais novos, mais velhos… todos ficam a ganhar.

As conclusões não poderiam ser mais idênticas: a mente também fica em forma. E quanto mais treinado o corpo, melhor!

A Women’s Health foi à procura de tudo o que se sabe sobre o impacto do treino no cérebro.

Diz-me como treinas e dir-te-ei como é a tua mente. Não acredita?

(Não faltam bons motivos para ir treinar hoje!)

Exercício de mente

De acordo com o estudo da University of British Columbia, os exercícios aeróbicos não só treinam o físico, como também a mente. E literalmente.

Diz o estudo que estes exercícios são capazes de mudar o tamanho do hipocampo, algo que não acontece com o treino de força.

Publicado na revista científica BJM, o estudo de 2014 focou-se no impacto da atividade no cérebro feminino. Ao todo, foram analisadas 86 mulheres com idades entre os 70 e os 80 anos.

Assim que compararam os vários tipos de atividades físicas, os cientistas concluíram que os treinos mais ativos e vigorosos fazem crescer a parte do cérebro responsável pela memória e capacidade de aprendizagem.

Todos em forma

Mas é só nas mulheres mais velhas que o exercício dá saúde à mente? Claro que não! Aliás, os homens também saem a ganhar.

Segundo uma investigação da Universidade de Georgia, exercitar o corpo durante apenas 20 minutos é o suficiente para melhorar a condição física e mental.

Se 20 é muito, então fique a saber que um treino de 10 minutos basta para que o cérebro fique mais apto para a realização de tarefas.

Um outro estudo, publicado na revista Neurology, defende que há uma forte ligação entre o fitness e o menor risco de demência. Esta ideia é igualmente defendida por um estudo da Universidade da Califórnia, que constatou que o exercício promove o crescimento de ligações neurais.

Duas semanas de treino intervalado de alta intensidade (HIIT) diminuem a quantidade de glicose no sangue que o cérebro de pessoas com diabetes tipo 2 precisa para queimar energia. Sim, o metabolismo fica reforçado.

Aliado da rotina diária

Quando se pensa em cuidar da mente, pensa-se (quase sempre) em travar o declínio cognitivo. Não está errado, mas é preciso ir mais longe.

Por ser um travão eficaz contra o stress, o exercício físico é ainda um aliado na hora de preservar a mente durante a azáfama do dia-a-dia. E isso é meio caminho andado para prevenir, por exemplo, uma depressão.

Mas não só. O sistema hormonal fica mais equilibrado e, por isso, o sistema nervoso mais reforçado.

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