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Quer ter uma memória de elefante? Experimente fazer isto mais vezes

Ter uma memória de elefante é um desejo comum em quase todo o mundo e a boa notícia aqui é que é muito fácil conseguir alcançar esse objetivo.

Dizer-lhe que treinar faz bem não só ao corpo, mas também à mente não lhe traz grandes novidades. Os benefícios conhecidos da prática regular de atividade física passam, por exemplo, pela saúde do seu cérebro (para saber mais leia o artigo da Women’s Health sobre os impactos do exercício para a saúde mental).

No entanto, a novidade prende-se com o facto de um novo estudo provar que existe uma relação entre a prática de atividades físicas e o desenvolvimento da memória.

 

Uma ida ao ginásio e uma memória de elefante

Os investigadores da Universidade do Mississipi sugerem que vá treinar antes de estudar ou desenvolver alguma atividade que implique o uso da memória. Isto porque praticar exercício físico pode mesmo ajudar a desenvolver as nossas capacidades cognitivas.

Apesar de a ligação entre o desenvolvimento da memória e o exercício físico ter sido já provada em estudos anteriores, o que estes investigadores pretenderam estudar foi quando é que a relação entre o treino e a memória é mais eficaz. Nesse sentido, os 24 participantes do estudo foram expostos a quatro situações distintas.

Primeiro, foi-lhes pedido que realizassem um treino de intensidade moderada (como uma caminhada), antes de um exercício de memória. Em segundo lugar, foi-lhes pedido que treinassem ao mesmo tempo que praticavam a ação de codificação da memória. O exercício estudo consistiu em treinar depois da tarefa da memória e, na quarta e última experiência, os participantes não deviam treinar. A tarefa de memória proposta foi ouvir, decorar e depois dizer 15 palavras.

Foi quem treinou e depois decorou que se lembrava do maior número de palavras. Os resultados mostram que a memória, tanto a curto como a longo prazo, foi, assim, mais beneficiada na primeira experiência, em que os participantes deveriam treinar antes de tentarem decorar as 15 palavras que os investigadores lhes propunham que decorassem.

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