Consequências além jet lag. O que um voo faz ao nosso cérebro

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As viagens de avião vieram facilitar – e muito – as nossas vidas. Com um simples voo é mais fácil chegar a qualquer canto do mundo, mas o nosso cérebro não gosta muito disso.

Além do sempre odiado jet lag, que nos faz perder a noção do tempo e das nossas próprias capacidades físicas, uma viagem de avião é capaz de nos deixar também mais emotivas e sensíveis às emoções dos outros.

Mas não só: o nosso humor fica afetado, os nossos sentidos um tanto ou quanto baralhados e a nossa pele mais propícia a comichão.

Cérebro a voar

As viagens têm um efeito bastante imediato no nosso estado de espírito.

Viajar é para muitas pessoas uma forma de conhecimento e relaxamento, mas a verdade é que as consequências podem ser mais intensas do que isso.

Uma vez que a redução da pressão do ar é menor quando estamos a vários quilómetros do chão, a quantidade de oxigénio no sangue é também menor.

Em alguns casos, isso pode trazer consequências momentâneas para o cérebro, como é o caso de confusão ou esquecimento.

O tempo de reação em pleno voo é também menor, assim como a visão pode ficar comprometida, conta a BBC.

Diz ainda a ciência que a sensação de cansaço pode ser também uma maior realidade quando se está a viajar de avião.

Mas há um lado bom

Quem pretende aumentar os níveis de criatividade pode sempre tentar viajar mais.

Segundo um estudo publicado no site Personality and Social Psychology Bulletin, viajar facilita a flexibilidade de ideias, embora o efeito possa ser apenas notório depois de aterrar.

Uma outra investigação levada a cabo pela médica Julia Zimmermann vem defender a capacidade que o simples ato de viajar aumenta a confiança e a sensação de independência.

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