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Joana Duarte: “Quero poder levar grupos a fazer retiros de yoga”

Joana Duarte é capa da edição de novembro e dezembro da Women’s Health.

Fotografia: Gonçalo Claro

Foi no Valverde Hotel, em Lisboa, que Joana Duarte esteve à conversa connosco enquanto se preparava para fotografar a sua segunda capa para a Women’s Health. Depois de muitos anos na representação, o yoga fez com que abrandasse o ritmo, ensinou-a a respirar e mudou a sua vida.

Como é que o yoga surgiu na sua vida?

Lembro-me que estava a fazer novelas desde 1997 com muito pouco tempo de intervalo. Eu acredito que o copo vá enchendo – a nível de stress e de cansaço – e não me apercebi. Houve uma altura em que explodi e comecei a ter uns ataques de pânico graves ao ponto de ir para o hospital por achar que não conseguia respirar. Foi aí que comecei a praticar yoga, acima de tudo para me conectar com a respiração. O yoga entrou na minha vida, não para cuidar do corpo, porque isso já eu estava a fazer no ginásio, mas para cuidar da mente.

Fez algumas formações dentro do yoga. Fale-nos um pouco desse percurso.

O primeiro curso que fiz de yoga foi no Sri Lanka, com uma professora croata e foi um curso de yoga vinyasa, que é muito comum. Depois fiz um curso de yin yoga, que
é quase como se fossem alongamentos prolongados. Ficas nas poses durante vários minutos. Por fim, fiz um curso em Bali de aerial yoga, onde usamos cinturões presos ao teto.

E com base nessas formações, quais são os seus objetivos no presente e no futuro?

É continuar a ajudar-me a mim e aos outros. Para além disso é um trabalho que a nível profissional posso continuar a fazer se chegar aos 90 anos. Mesmo que não esteja a fazer a aula, posso continuar a guiar, o que acho que é muito bom, vai-me mantendo sempre bastante ativa. Para o futuro, a minha ideia é: quando as coisas voltarem a normalizar a nível de viagens, poder levar grupos a viajar e a fazer retiros de yoga.

Faz algo de diferente nas suas aulas?

Tenho muitos instrumentos que uso no final da aula para fazer um bocadinho de sound healing com taças e gongos, o que é muito giro para as pessoas relaxarem.

Para quem nunca praticou a modalidade, quais são os conselhos essenciais que tem a dar?

Primeiro acho que quanto menos zen fores, mais deves ir para o yoga. Quando comecei não me apaixonei logo. Tive que começar a perceber que realmente o movimento com a respiração te muda e isso pode demorar um bocadinho. Portanto acho que é algo no qual se deve insistir. Acima de tudo, é preciso encontrar um estúdio ao pé de onde moras ou de onde trabalhas, e ir com uma mente aberta e experimentar umas aulas.

Sente que o yoga é idealmente praticado presencialmente ou pode fazer-se aulas online?

Mais do que o online ou o Youtube, acho que o yoga é muito bom presencialmente, pelo menos para quem está a começar. Quando eu comecei a praticar, as minhas mãos não passavam dos joelhos. Eu era tão presa a nível de flexibilidade que hoje em dia tenho muito mais agilidade e isso deve-se ao yoga – e consegui num mês. Portanto, qualquer pessoa pode trabalhar na sua flexibilidade e sentir o corpo e mente muito melhores.

Quem nunca praticou, deve escolher um estilo específico de yoga para começar?

Não! Acho que se deve começar por algum lado, não importa por onde. O que importa
é ganhar coragem, inscreveres-te nas aulas e ter a disciplina de ir. Garanto-te que quase de certeza que ganhas o bichinho, começas a ver resultados e começas a apaixonar-te pela prática.

Leia a entrevista completa na Women’s Health de novembro-dezembro, disponível em bancas.

Na revista pode ainda contar com um especial de yoga, recheado de informação útil de uma modalidade que continua a crescer no nosso país.

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