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É a esta idade que ficamos mais parecidas com as nossas mães

Sempre ouvimos as nossas mães dizerem que quando chegássemos à idade delas íamos compreender determinada atitude. E parece que tinham razão.

Sempre ouvimos as nossas mães dizerem que quando chegássemos à idade delas íamos compreender determinada atitude ou decisão. E a verdade é que, apesar de pensarmos que as coisas não são bem assim, à medida que vamos envelhecendo e amadurecendo vamos também entendendo que a mãe afinal tinha alguma razão.

Agora, um novo estudo bem comprovar que, à medida que envelhecemos, nós, mulheres, ficamos cada vez mais parecidas com as nossas mães. Segundo esta pesquisa, é aos 33 anos que começamos a parecer-nos mais com as mães e aos 34 que começamos a parecer-nos mais com os pais. Isto de uma forma intelectual e não física.

A mudança

É mais comum as filhas começarem a adotar atitudes e alguns gostos semelhantes aos das mães nos primeiros cinco anos após serem mães. Em Portugal, dados da PORDATA de 2017 afirmam que, em média, as mulheres são mães aos 30 anos pela primeira vez, o que surge em linha com a amostra do estudo em questão, que foi composta por mulheres britânicas, cuja idade média para serem mães pela primeira vez também é aos 30 anos.

Segundo esta pesquisa, mais de metade das 2000 mulheres inquiridas disseram que pararam de se rebelar contra as suas mães assim que chegaram à casa dos 30 anos, tendo começado a imitá-las em vez de as afrontar. Em entrevista, o médico responsável pela investigação afirmou que “todos nos tornamos nos nossos pais em alguma fase da vida e isso é algo que devemos celebrar”. Julian De Silva continuou ainda que tornarmo-nos “pais é o despoletar principal disto e que os fatores de estilo de vida também são importantes”.

Em termos físicos, os participantes começaram a sentir-se mais como os seus pais quando começaram a ter mais semelhanças físicas com eles. Apesar de o envelhecimento ser algo natural na vida do ser humano, é uma realidade que muita gente quer adiar ao máximo. Isto explica, para Julian De Silva o facto de “a idade média da primeira cirurgia estética estar a ser cada vez mais baixa em ambos os sexos”.

Diminuir os efeitos do tempo e do envelhecimento pode ser a forma encontrada por algumas pessoas para não sentirem a vida a passar por si e para não sentirem tanto a proximidade física e psíquica que têm com os seus pais, à medida que envelhecem.


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