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Ciência descobre um novo risco de comer em restaurantes

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Nos dias em que a falta de tempo fala mais alto ou a paciência para cozinhar é nula, nada como dar um ‘saltinho’ até ao restaurante mais próximo.

As refeições fora de casa fazem parte da rotina de uma boa parte das pessoas, mas, sabe-se agora, há um risco associado a este hábito. E isso pode tirar saúde!

Segundo um recente estudo da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, comer fora de casa deixa-nos à mercê de altos níveis de químicos prejudiciais.

Falamos dos flatatos, um conjunto de substancias com potencial cancerígeno. Mas não só.

Os flatatos são usados, por exemplo, na produção de plástico e têm um impacto altamente negativo na saúde hormonal.

Quando entram em contacto com o nosso organismo, conseguem comprometer o bom funcionamento das hormonas e assumir o papel de trampolim para uma série de doenças.

 

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Segundo a investigação, restaurantes, cafetarias e cadeias de fast-food são os principais palcos deste ‘inferno’ de químicos que podem afetar gravemente a saúde humana.

Para o estudo, os cientistas compararam 10.253 pessoas, umas faziam refeições em casa e outras comiam mais vezes fora.

Os participantes que se rendiam mais vezes ao lado prático da restauração apresentaram níveis de flatatos 35% maiores do que aqueles que preferiam confecionar os próprios alimentos.

E quais os riscos disso? Problemas de fertilidade, complicações na gravidez e doenças que andam à boleia das hormonas descontroladas.

Diz o estudo que todas as faixas etárias estão à mercê desta associação, mas que é nos adolescentes que o caso pode ser mais grave, pois quem tinha comido fora no dia anterior tinha os níveis de flatatos 55% mais elevados.

Sanduíches e cheeseburgers foram os alimentos que mais provocaram o aumento deste composto químico no organismo.

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