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Febre do running? 5 pontos a reter

Febre do running? 5 pontos a reter

 

Qual peste negra, a febre do running chegou de repente e parece não ter cura. As parecenças, no entanto, ficam-se por aí. Ao contrário da temida doença da Idade Média, a corrida não pretende dizimá-la (ainda que, nas primeiras vezes, pareça). Pelo contrário, só lhe vai trazer benefícios.

Não é por acaso que o calendário de corridas está cada vez mais preenchido e todas nós estamos cada vez mais conscientes dele. Se está a dar os primeiros passos e ainda precisa de ser convencida, estas palavras são para si. Das dicas dos melhores especialistas aos conselhos para ganhar motivação, reunimos neste artigo tudo o que precisa de saber para não mais se curar desta vontade de aumentar a passada!

Um longo caminho

Esqueça essa ideia de que parar é proibido. Quem o diz é Cristina Mitre, criadora do movimento Mulheres que Correm, que também dá título ao seu primeiro livro. “A princípio é aconselhável alternar uns minutos de corrida com outros de caminhada. A que ritmo? Tente manter uma conversa. Se for capaz de falar, essa é a intensidade adequada. Se lhe falta ar, é porque está a exagerar. Deve ser assim até ter um nível básico que lhe permita correr pelo menos 20 minutos seguidos.

Para começar, dois dias por semana é mais do que suficiente”, aconselha a assumida apaixonada por runnning. O PT João Martins sublinha mesmo que intercalar a corrida com caminhada pode até tornar o corpo mais eficiente, já que tem efeitos positivos no músculo-esquelético e cardiorrespiratório. Ainda assim, o PT lembra que o ideal será, de treino para treino, ir reduzindo as paragens em número e tempo até as eliminar completamente.

Bem acompanha

Esta aventura exige aliados e cabe-lhe a si perceber quais devem ser os seus. Se uns headphones e uma boa playlist não são suficientes, talvez a solução passe por arranjar parceiros de corrida. Para Bo Irik, uma das autoras do blogue de running Correr na Cidade, fazer parte de um grupo de corrida é um primeiro passo essencial. “Correr em grupo é muito motivante e ajuda-nos a sair da nossa zona de conforto.

Na cidade de Lisboa, há treinos em grupo todas as semanas, em locais diferentes, normalmente gratuitos. Basta fazer uma pesquisa na web para descobrir qual o treino mais indicado e conveniente para nós”. Para além de ficar em forma enquanto socializa, juntar-se a um grupo de corrida é um ótimo método à prova de desculpas.

Colecionadora de desafios

Embarcar nesta aventura é também perceber que todos os dias podem ser um desafio. E é você quem tem o poder de os definir! “Treinamos sempre com um objetivo e, cada um, ao seu nível, de acordo com as suas possibilidades. Para alguns, correr 20 minutos sem parar pode ser o primeiro desafio. Para outros, será participar na sua primeira corrida de 10 km; para outros ainda, preparar uma maratona é a grande motivação para correr”, enumera Sérgio Santos. Por isso, o importante não será o teor dos objetivos, mas sim tê-los.

O melhor? Estabelecer metas concretizáveis e ir celebrando recordes pessoais é uma forma de manter não só a sua forma física, mas também a mental. “A ultrapassagem de barreiras e o grau de dificuldade das mesmas é extremamente relativo, mas seja qual for, sempre que atingir um objetivo que fixou, vai tornar-se mais forte não só na corrida, mas também e sobretudo para os desafios diários que tem de enfrentar na sua vida familiar e profissional”, reforça o treinador de triatlo.

Respire!

Não há regras e nem mesmo os atletas de alto rendimento o sabem explicar, pois não é uma ação programada. A intensidade é quem manda e o ideal será cada um adaptar a sua respiração ao treino feito. O segredo? Seja natural!

Percorra as imagens da galeria e fique a conhecer as dicas de vários especialistas para correr com pés e cabeça

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