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Estudo diz que cães conseguem detetar Covid-19 com 94% de precisão

Mais rápidos do que os testes com zaragatoas, estes cães são treinados para detetar o coronavírus em humanos.

Um novo estudo britânico encomendado pela organização Medical Detection Dogs e publicado na revista científica The BMJ concluiu que os cães conseguem detetar casos de Covid-19 mais rapidamente do que os testes PCR, feitos com zaragatoas.

De acordo com a pesquisa, as pessoas infetadas com o Coronavírus têm um odor distinto, que os cães treinados conseguem detetar de forma precisa.

Para a investigação, foram envolvidas cerca de 3500 amostras de odor doadas sob a forma de meias não lavadas ou camisolas usadas pelo público em geral e profissionais de saúde, os investigadores concluíram que os cães foram capazes de farejar até casos assintomáticos ou ligeiros de Covid-19, bem como da variante inglesa que surgiu no final de 2020.

Apesar de ainda não ter sido revisto pela comunidade científica, o estudo agora divulgado mostra que os cães conseguem cheirar, em menos de um segundo, a presença do Coronavírus nas roupas de pessoas infetadas – em cada 100 casos de infeção, os cães detetaram o vírus em 94, ou seja, têm uma precisão de 94%.

James Logan, especialista em controlo de doenças da London School of Hygiene & Tropical Medicine que liderou o projeto, disse que a maior vantagem dos cães farejadores em relação a outros métodos de rastreio, tais como os testes rápidos, é a sua “incrível velocidade e boa precisão entre grandes grupos de pessoas”.

De notar que enquanto os testes PCR demoram horas para que sejam conhecidos os resultados, a utilização de cães demora segundos, e pode ser utilizada com eficácia em espaços mais amplos e com muitas pessoas, como em aeroportos, por exemplo.

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