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Estas são as situações em que as mulheres acham o sexo repugnante

É o sexo um ato repugnante? Para algumas mulheres sim e a Ciência tem estudado este sentimento de repulsa associado ao prazer.

A repugnância é dos sentimentos mais intensos que podemos ter. Sentir repulsa por algo ou alguém pode mesmo levar a mudanças de comportamento… até mesmo no sexo.

É, de facto, um ato natural e que envolve, na maioria dos casos, sentimentos como amor e afeto. No entanto, o sexo é visto como repugnante pelas mulheres.

A conclusão é de um recente estudo publicado na revista Philosophical Transactions of Royal Society. A investigação tem por base uma amostra de mais de 2.500 pessoas.

 

Sexo pode ser repugnante? As mulheres acham que sim

Para a investigação, os cientistas da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres levaram a cabo um inquérito. No questionário, cada participante teve de avaliar mais de 70 situações distintas numa escala entre ‘nada repugnante’ a ‘muito repugnante’.

Nessas situações encontravam-se cenários como má aparência, má higiene, comida, animais, lesões e sexo. Sobre este último, especificava-se o ato em si, uma potencial traição ou comportamentos sexuais de risco, por exemplo.

No que diz respeito à atividade sexual, foram as mulheres as que classificaram como mais repugnante do que os homens. Em causa, dizem os cientistas, pode estar o instinto reprodutor da mulher. Tal leva-a a evitar comportamentos sexuais que possam causar danos na sua saúde ou na saúde do bebé.

Em 2014, um estudo publicado na revista científica Archives of Sexual Behaviour já tinha levantado o véu sobre este sentimento de repulsa associado ao sexo. Neste caso, as mulheres com dor durante o sexo ou memórias menos positivas sobre a atividade sexual eram as mais lesadas por esse sentimento negativo.

Os fluidos corporais das zonas íntimas e o uso da boca e língua no ato sexual são dois dos fatores para a repulsa sentida, assim como a visualização de imagens mais intensas de sexo (como acontece em alguns filmes pornográficos), diz um outro estudo de 2015.

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