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Esta doença faz com que as mulheres fiquem com o rosto ruborizado

Antes de sair a correr para a farmácia a fim de comprar produtos para tratar e esconder a rosácea, informe-se. A melhor maneira de fazer um diagnóstico é junto a um(a) dermatologista. Mas não se assuste, não é um caso isolado: estudos recentes mostram que são cerca de 40 mil a sofrer desta doença crónica em todo o mundo. Trata-se portanto de uma doença inflamatória na pele do rosto, que se pode caracterizar de várias formas: rubor e vermelhidão persistentes, vasos sanguíneos visíveis, sensação de picadas e ardor.

Que tipos existem

Existem quatro tipos de rosácea: tipo 1, em que a vermelhidão facial é mais visível; tipo 2, em que existem borbulhas – pápulas ou pústulas – que podem aparecer ou desaparecer; tipo 3, caracterizado pelo espessamento da pele – que pode levar à hipertrofia da pele na zona do nariz ou queixo; tipo 4, olhos lacrimejantes e avermelhados, sensação de corpo estranho, ardor e inchaço. Normalmente, a rosácea afeta mais as mulheres, especialmente as que estão entre os 30 e os 50 anos, embora haja casos no masculino, e a zona afetada é unicamente o rosto.

Não é contagiosa

Se sofre de rosácea já deve saber que há fatores que despoletam uma crise e quais são os que deve contornar. Saiba quais são os fatores desencadeadores na galeria de imagens acima.

Apesar de esta doença ter tratamento, o melhor é evitar os fatores que podem provocar crises. Não deve deixar de ter um dia normal, mas se conseguir evitar agentes como aqueles que indicamos, estará a controlar a sua pele e não o contrário.

O tratamento

Quem sofre de vermelhidão facial resultante da rosácea deve verificar a sua rotina de limpeza facial diária com o dermatologista ou com o médico de família, para ter a certeza de que os produtos usados e os procedimentos são os melhores para o seu tipo de pele. Normalmente é aconselhado o uso de produtos de limpeza diária muito suaves, que devem ser retirados com água tépida e movimentos leves. Também se aconselha o uso diário de protetor solar com FPS superior a 15. Estes são os cuidados básicos, mas o seu dermatologista poderá ainda recomendar um tratamento tópico (utilizado externamente, aplicado diretamente na pele) com creme ou gel, bem como o tratamento sistémico (medicamentos com antibióticos ou anti-inflamatórios), e existem ainda tratamentos feitos com recurso a laser.

De acordo com o médico Giuseppe Micali, professor e chefe do departamento de Dermatologia da Universidade de Catânia, em Itália, o tratamento varia de paciente para paciente e a longo prazo é desaconselhado o uso de antibióticos. E quanto aos cosméticos? Micali afirmou durante o lançamento da campanha Act on Red que o médico deve sugerir os melhores cosméticos para cada doente e que estes devem ser comprados em farmácias e não em super/hipermercados. Investir em bons cosméticos é imperativo, caso contrário poderá estar a arruinar o tratamento que lhe foi recomendado.

As famosas dão a cara

A campanha Act on Red contou com embaixadoras nacionais e internacionais. Casos como os de Cynthia Nixon e da atriz portuguesa Maya Booth mostram que mesmo trabalhando bastante com a imagem se pode viver com a rosácea. Elas são a prova de que é você quem controla a pele.

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