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Há um tipo de emoções que fazem engordar

Vivemos à base de emoções, é um facto, mas, segundo a ciência, também a nossa alimentação fica à mercê de estados emocionais. E isso leva-nos a engordar.

emoções

Vivemos à base de emoções, é um facto, mas, ao que indica a ciência, também a nossa alimentação fica à mercê de estados emocionais. E isso raramente é bom.

Uma recente investigação concluiu que as emoções – especialmente as negativas – afetam a perceção que o ser humano tem dos sabores, tendo um impacto direito no prazer que temos no ato de comer.

Segundo a pesquisa, publicada na revista científica Appetite, quando estamos tristes “os alimentos que nos oferecem menos prazer tornam-se ainda menos apelativos, enquanto os que nos oferecem mais prazer se mantêm prazerosos”.

Sim, ‘aquele’ gelado no momento em que chora não é uma invenção da sétima arte, é mesmo uma consequência da força que as emoções têm no corpo humano.

 

Emoções à flor… da fome

O facto de as emoções negativas intensificarem o sabor dos alimentos que mais dão prazer a comer – e que maioritariamente são calóricos, açucarados e repletos de gordura – explica a ligação cada vez menos ténue entre a fome emocional e o ganho de peso. Por fome emocional entende-se aquela que não é orgânica, mas sim momentânea e suscetível a fatores internos e externos.

Diz o estudo que as mulheres estão mesmo no pódio, quando o assunto é “compensar” com comida.

Em 2009, uma outra investigação, desta vez francesa, concluiu que 52% das inquiridas recorriam à comida como forma de satisfação face às emoções negativas – os homens? Só 20%.

Por isso, da próxima vez que estiver emocionalmente esfomeada, não ataque logo os pecados que recusa sempre. Distraia a mente e opte por atividades que a deixem mais feliz.

 

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