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É assim que funciona uma ereção

Ainda que pareça um fenómeno localizado, a ereção é resultado de um processo complexo que envolve os sistemas endócrino, muscular, vascular e neurológico.

É precisamente por este motivo que o pénis fica rígido após uma série de processos distintos que acontecem no organismo.

A primeira reação, a excitação, ocorre quando os nervos são estimulados e os vasos sanguíneos microscópicos do órgão se começam a dilatar. Esta fase pode ser originada por algo que o homem viu, cheirou, ouviu, sentiu ou imaginou.

A ligação é íntima e imediata, quase como se o pénis tivesse, por si só, um conjunto de órgãos sensoriais próprios.

Tudo começa no cérebro

Quando o cérebro decide que está no momento de o pénis ser ativado, lança sinais para a área lombar da medula espinhal. A partir daí, as mensagens viajam através de uma vasta rede de nervos até ao orgão sexual.

À chegada, os pequenos músculos dentro das artérias penianas relaxam e o sangue circula entre seis a oito vezes mais rápido que o normal. É neste momento que o órgão se torna ativo – fica maior, mais rijo e mais ereto.

Caso tudo esteja bem, o pénis mantém-se desta forma durante tempo suficiente para atingir o objetivo – algo que acontece devido a um mecanismo, semelhante a uma válvula, que mantém a elevada circulação de sangue na zona.

Assim que o homem ejacula – ou o momento de excitação é interrompido por algum outro motivo – o pénis fica flácido novamente.

 

Este artigo foi publicado originalmente em www.womenshealthmag.com

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