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Inicio Covid-19 Novo confinamento? Surpreenda a cara-metade com uma chamada erótica

Novo confinamento? Surpreenda a cara-metade com uma chamada erótica

Mudam-se os tempos, mudam-se os contactos. Mas a chama mantém-se.

Numa altura em que o contacto físico é desaconselhado, surge a necessidade de pensar em novas formas de manter a chama acesa. A médica Maria do Céu Santo já tinha dado à Men’s Health algumas dicas práticas, mas temos aqui uma outra que vai mesmo querer experimentar: chamadas eróticas.

Esteja cada um em sua casa ou estejam os dois debaixo do mesmo teto – mas convém que fiquem em divisões diferentes – o segredo está em dar asas à imaginação e usar a sua voz mais sexy.

Se o casal se sente confortável ​​com isso e se comunica sobre o que gosta e o que não faz, as chamadas eróticas podem ser a melhor forma de manter a chama acesa e uma maior intimidade entre o casal, sugere a psicoterapeuta Kate Moyle à Women’s Health UK.

“O casal pode usar outros meios, como o texto, para se seduzirem e se manterem ligados. Só porque não podem ficar juntos pessoalmente, não significa que o casal não pode sentir-se próximo um do outro ou ter uma vida sexual”, continua a especialista.

Mas, em que consistem mesmo as chamadas eróticas e como é que isso pode levar ao sexo (mais concretamente à masturabação, já que o casal não vai estar, de facto, junto). Ora, na prática, trata-se de preliminares – descrevendo um cenário sexy, o que tem vestido o que apetece – e, por fim, masturabação simultânea, sem que deixem de falar um com o outro nesse momento.

Para que tudo corra bem, convém que o casal escolha um momento que seja bom para ambos – depois de um dia de teletrabalho é o ideal – e que ambos estejam relaxados para esta aventura. Apesar de serem um casal e de já partilharem a intimidade, irão mostrar uma faceta que possivelmente nunca tinham dado a conhecer.

Para que a conversa flua de forma natural e que seja excitante o suficiente, o casal deve usar linguagem descritiva. Sim, dizer tintim por tintim o que está a fazer, para onde as mãos estão a ir, em que parte do corpo está a tocar, etc. Diz a especialista que a linguagem descritiva desperta a imaginação e isso terá um papel importante.

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