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Temos a receita para o húmus perfeito

O HúmmusBar chegou ao mercado de Campo de Ourique e a Women’s Health foi perceber o que torna especial o prato que protagoniza toda a carta.

Húmus é vegan, nutritivo e sexy. Assim o descreve Uri Gotlibovich, o israelita que abriu o primeiro HúmmusBar em Budapeste e fez nasceu uma paixão que não para de crescer. Hoje, Budapeste tem 15 HúmmusBar, restaurante que também já chegou à Eslováquia, Bulgária e agora a Portugal. O primeiro espaço em terras lusas abriu no final do ano passado, no mercado de Campo de Ourique.

Como chega o melhor húmus à capital?

Porque é totalmente natural e livre de conservantes, o húmus que aqui se prova não pode ficar guardado por mais do que dois dias. Mas este é o máximo de tempo de conserva e normalmente o chef do HúmmusBar tem de o preparar diariamente, não fosse este o protagonista de quase todos os pratos da carta.

E o segredo? No fundo, não há. Grão-de-bico, limão, água e tahini (pasta de sementes de sésamo caseira) são os ingredientes que fazem nascer este húmus que promete ser o melhor e mais autêntico. Esqueça o alho ou as especiarias. O segredo é garantir um sabor bem ‘limpo’, que não interfira com os sabores dos restantes pratos e ingredientes que a pouco e pouco se prometem ajustar aos interesses dos portugueses.

É da Grécia que chega o grão-de-bico com que se trabalha. Quanto à pita, é preparada numa padaria israelita com produtos 100% naturais. Depois de braseado em pedra, é congelado para garantir que chega a Portugal em condições. Quase tudo o resto é adquirido em Portugal. Mas mais do que garantir que os produtos são de determinada origem, o que importa para os fundadores é a autenticidade e natureza de cada ingrediente. Aliás, Uri assume estar “entusiasmado com Portugal, por ter muitos ingredientes que podemos usar”.

Mas nenhum dos fundadores se preocupa em identificar cada prato como sendo israelita, húngaro ou de outra cozinha. Ainda assim, quisemos saber qual o prato mais típico. Shakshuka é talvez o prato mais israelita da carta – para já – totalmente vegetariana. Com ovos batidos e tomate, tanto pode ser comido ao pequeno-almoço como ao almoço, embora seja para esta segunda opção que a carta do HúmmusBar oferece mais opções.

Um (grande) projeto que chegou sem planos

O primeiro espaço aberto aconteceu apenas como pretexto para “safar as contas”, numa fase em que outro projeto de Uri havia corrido mal e era preciso, mais do que nunca, sustentar a família.

De pequeno empreendedor que fazia tudo – desde comprar os ingredientes a passar o dia atrás do balcão e lavar o chão ao final do dia, Uri viu crescer a equipa. Quase desde o início da história do HúmmusBar, é Pavel Mintz, de Budapeste, quem se mantém a seu lado.

Cidades que se assemelham no ambiente e nas pessoas

“Israel cativa pelas pessoas, que são muito genuínas”, lembra Pavel, que diz que “lá as pessoas gritam e lutam, mas também dançam e comem”. E acrescenta: “A cozinha deles é muito profunda e variada, isso deu-lhes a base para a sua gastronomia”. Foi esta base que os dois fundadores quiseram trazer para cada um dos espaços que abrem.

Já Lisboa, tem muitas semelhantes com Budapeste, cidade de Pavel. Mas não foi isto que o fez parar em Portugal. “Vim pelo surf e pela natureza. Queria mostrar às minhas filhas que morar junto ao oceano é muito diferente do que morar no interior. Pensei ‘como posso mudar-lhe para aqui?’. O restaurante foi a desculpa que precisava”.

Uma desculpa que tem tudo para dar certo e que se espera que não se fique pelo primeiro espaço. Para já, é no Mercado de Campo de Ourique que pode provar variados pratos. A variedade promete agradar veganos, vegetarianos e não só, entre as 12 e as 23h. Às sextas e sábados, o horário prolonga-se até à meia-noite.

E porque os olhos também comem, percorra as imagens da fotogaleria e saiba o que pode provar no HúmmusBar.


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