Menu
Inicio Saúde Da areia à mesa. Nestas férias, previna-se ao máximo

Da areia à mesa. Nestas férias, previna-se ao máximo

Para que não sofra de inconvenientes que acabem com o seu descanso, nada como um kit S.O.S. informativo que garanta que nada vai atrapalhar as suas férias!

Da toalha de praia à mesa. Nestas férias, previna-se ao máximo

A vasta extensão de areia e mar pela qual esperamos um ano inteiro pode esconder certas moléstias próprias do calor. Por isso, decidimos dar-lhe um guia para que tenha o seu melhor verão de sempre!

Quando pensamos em (muito) sol, lembramo-nos de imediato de queimaduras solares e insulações.

Falamos de um aumento descontrolado da temperatura do corpo devido a uma excessiva exposição solar. A exposição ao sol pode causar queimaduras de 1º e 2º graus, o que aumenta a probabilidade de sofrer de cancro de pele.

Tonturas e febre podem evidenciar a insolação. Já os sintomas mais comuns das queimaduras passam por pele vermelha, bolhas, crostas, febre, náuseas e descamação da pele em áreas queimadas por vários dias.

Mas há mais possíveis riscos, talvez menos conhecidos, como as “micose da praia”.

Uma das micoses que mais nos lembramos nesta altura é a pitiríase versicolor. Falamos de umas manchas brancas que surgem na cara, peito e costas. A sua versão vírica são os herpes, que surgem como reação ao excesso de sol. A pitiríase versicolor é uma infeção provocada pelo fungo Malassezia, que já habita na nossa pele e que por vezes prolifera e aí surgem as manchas.

Esta infeção é também chamada de ‘micose da praia’, o que leva a acharmos que se apanha na praia, mas não! Torna-se é mais visível após a exposição ao sol, porque nas áreas afetadas pela micose, a pele não se bronzeia. Com o bronzeado da pele ao redor, ficam mais percetíveis as áreas mais claras. Esta patologia não é contagiosa nem está relacionada com falta de higiene ou contacto com piscinas ou casas de banho…

Há, no entanto, um conjunto de fatores que podem levar ao seu desenvolvimento. Oleosidade da pele, sudorese excessiva, alterações hormonais, debilidade do sistema imunológico e locais muito quentes e húmidos são os mais comuns. Quando alguém é afetado por este tipo de micose, surgem manchas brancas, cor de salmão, acastanhadas ou até avermelhada. Tais manchas vêm acompanhadas de uma fina camada descamativa. Por norma, o desconforto é mais estético, embora algumas pessoas se queixem de comichão.

Para se prevenir deste mal, evite expor-se ao sol. E se já teve pitiríase versicolor antes, evite a transpiração excessiva e melhore o seu sistema imunológico. Fale também com o médico para lhe prescrever um medicamento para uso diário.

E como tratar a micose da praia?

Como é uma micose superficial, há medicamentos tópicos (sabonetes, cremes ou loções) e e de via oral que combatem esta doença. O melhor será por isso procurar um especialista para lhe indicar qual o tratamento mais adequado ao seu caso.

Outro mal que se associa à praia, mas que não se limita necessariamente a este cenário é a lipotímia. Consiste na perda de força muscular, sem perda de consciência e na sensação de desmaio, sem que esse efetivamente ocorra.

Resulta da diminuição da chegada de sangue ao cérebro e pode estar relacionado com vários fatores. Excesso de calor, transpiração excessiva e desidratação são os exemplos mais comuns. Este é um mal, por norma, de curta duração e que se traduz em tonturas ou sensação de desmaio.

Prevenir a lipotímia é fácil

Vá alternando os períodos ao sol com momentos à sombra e hidrate-se. Se não for a tempo e já estiver a sentir os sintomas, vá para um lugar fresco e ventilado. Coloque os pés bem alto e depois vá controlando a sua pulsação. Quando se sentir recuperada, mantenha-se em repouso e ingira uma bebida estimulante.

Há mais riscos a evitar, nomeadamente se gosta de atividades na água. Percorra as imagens da galeria acima apresentada e saiba de que falamos.

Brand Story