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Para conseguir ganhar peso, teve de acabar com os “objetivos irreais”

Em seis meses passou de 48 para os 54kg de forma saudável. Mas os resultados só chegaram, quando encontrou a orientação certa.

Mariana Leitão

Aos 19 anos, Mariana sente que pratica exercício físico “desde sempre”. Mas cada vez mais com maior consciência do que o seu corpo preciso e da paciência que é necessária a um progresso saudável e que venha para ficar.

Depois da dança e do futebol, inscreveu-se no ginásio próximo de casa mal o espaço abriu. “Até então, não tinha oportunidade de frequentar um ginásio devido à distância”, conta. No primeiro dia inscrita, a motivação estava em altas. Mas o foco não era o certo.

“Levava uma foto da barriga e do corpo com que pretendia ficar. Tinha objetivos irracionais”, lembra, hoje certa de que tais objetivos nunca seriam concretizados se continuasse com a falta de conhecimento nutricional que a impedia de comer de acordo com as suas necessidades. Estava com 48kg e para conseguir aumentar de peso de forma saudável, precisava de mais.

“Levava uma foto da barriga e do corpo com que pretendia ficar. Tinha objetivos irracionais”,

A procura por um estilo de vida mais informado levou Mariana a ‘obrigar-se’ a certos hábitos que hoje lhe são normais e comuns. O passo seguinte foi encontrar uma nutricionista que a ajudasse no difícil objetivo de ganhar massa muscular.

Hoje, não vive sem o seu pequeno-almoço. Uma regra que claramente não era comum à “Mariana do passado”. “Estou a tentar adotar ao máximo uma alimentação à base de vegetais, para ser mais saudável e também mais sustentável. No primeiro confinamento criei uma pagina no instagram, @1001marianeiras, onde partilho todos os dias dicas motivacionais e receitas saudáveis”, conta à Women’s Health.

O seu personal trainer foi outra peça fundamental ao seu foco. Sem qualquer obrigação, atualmente a nossa leitora treina seis vezes por semana. E não tem dúvidas de que é assim que se sente bem. “Sinto-me uma pessoa completamente diferente a nível físico e principalmente a nível psicológico”. Reflexo desta nova atitude? “Deixei de seguir no Instagram contas que promovam corpos irreais. Era o primeiro passo para me sentir mal”, conta, com a certeza de que não mudou o seu estilo de vida por questões estéticas, mas por acreditar que “os bons hábitos diários promovem uma vida mais feliz”.


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