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#aWHtestou. Do conforto ao design, estas sapatilhas de running levam nota 10!

É assim que descrevemos a nossa experiência após algumas corridas com as últimas sapatilhas de running da adidas que chegaram ao mercado – as Ultraboost 22.

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* Na rubrica #aWHTestou, a redação Women’s Health atreve-se a experimentar novidades que chegam ao mercado e a contar a sua experiência na primeira pessoa.

Tenha a marca de preferência que tiver, se corre, conhece (e reconhece) as Ultraboost. Os modelos de running da adidas que há 9 anos traz ao mercado um modelo melhorado em relação ao anterior, respondendo às exigências de quem corre.

Com as Ultraboost 22, a história é a mesma. São melhores do que as anteriores e tecnicamente completas, para o que se quer num treino no asfalto. Este modelo já saiu no final do ano passado. O novo aspeto que vê agora é em grande parte só isto mesmo – aspeto. Pelo sucesso com que foi recebido este modelo, que se especializa ao pé feminino (já lá vamos), decidiram relançar numa nova cor. Esta versão em branco e detalhes amarelo e salmão que vê na imagem.

Mas passemos à prática…

Não sou uma corredora profissional, nem tampouco daquelas que correm diariamente. Conta-se pelos dedos as provas de corrida em que já participei e, embora tenha passado por uma fase menos ativa, estou a regressar aos meus treinos de corrida. O foco é fazer duas corridas por semana, uma mais técnica e outra mais longa, treinos esses que se conjugam com os de ginásio.

Começo com esta breve apresentação só para perceberem como (e quando) corro e que a minha review a estas sapatilhas foca-se mais na sensação de correr com elas e não nos termos técnicos que, para alguns, são essenciais, mas não para quem quer saber na prática – e sem grande conhecimento na matéria -, qual o modelo em que vale a pena investir. As adidas Ultraboost 22 custam 190€ e sim, considero que é um bom investimento. O bom do running é que só precisa mesmo de umas boas sapatilhas de corrida. Claro que é benéfico ter roupa de malha técnica, um smartwatch ou uns bons auscultadores de treino. Mas se tiver as sapatilhas certas, tudo o resto são extras.

“Ajuste perfeito”

Ora, este não é um artigo de comparação entre várias sapatilhas de corrida, pelo que nunca lhe poderei dizer se A é melhor do que B. Digo-lhe sim que o conforto das Ultraboost 22 começa logo no momento em que as calça.

“Com estas não faço bolhas”, pensei, mal as calcei. Por serem todas em malha (a malha Primeknit com que a adidas trabalha em vários modelos), o ajuste ao pé é bastante eficaz e imediato. E porque esta malha é algo elástica, facilita o momento de a calçar.

O ajuste é ainda mais garantido pela curvatura em S que acompanha o calcanhar, o que protege o tendão de Aquiles sem comprometer o movimento do pé e permite um calcanhar mais estreito e baixo nos lados. Falta-me correr uma longa com estas sapatilhas para garantir que o ajuste se mantém, mas arrisco mesmo em dizer que não me vão deixar ficar mal neste sentido.

Para terminar esta questão do ajuste – e é este o ponto que me leva a equiparar este modelo a umas pantufas, a nível de conforto – importa referir que o ajuste que a marca nos oferece tem por base a análise anatómica do pé da mulher, que tem um arco plantar mais alto e com uma curva mais acentuada, o que obriga a uma ergonomia diferente da do calçado de homem – e que a adidas garante nas suas sapatilhas de corrida há já alguns anos. Já tinha experienciado as adidas Ultraboost 5, que também contam com esta caraterística. Mas entre estes dois modelos , é claro que este aspeto também tem vindo a ser melhorado a cada lançamento.

Sola rica em tecnologia

Foi em 2013 que a adidas passou a integrar a tecnologia boost na entressola das suas sapatilhas de corrida. Esta caraterística permite oferecer um retorno de energia a cada passada, o que se reflete em maior conforto e menor esforço na corrida. Não posso dizer com toda a certeza que o que senti ao correr com as Ultraboost 22 foi ‘um retorno de energia’, mas que a minha passada era confortável e com pouco impacto, muito também devido à leveza deste modelo (283g), garanto

Além da tecnologia boost na entressola, importa referir que a sola foi redesenhada e criada para um amortecimento mais suave e evitar a pronação excessiva (ou seja, quando a passada não é a mais correta por ‘rodar’ ou ‘torcer’ o pé quando corre). Pormenor mais que essencial para corridas diárias e de longas distâncias, que são os tipos de treino a que este modelo mais é aconselhado.

Ainda, para esta avaliação fiz questão de correr no asfalto, calçada e terra. Fi-lo em dias de sol e também com o piso molhado. Amortecimento, segurança, apoio… a sensação foi a mesma nos vários cenários, o que para mim vale muitos pontos (ninguém quer um calçado que escorregue muito!).

O design

Termino com aquele que foi o primeiro aspeto que avaliei. Com toda a oferta que há hoje no mercado de running, mentiria se dissesse que o aspeto não importa. As sapatilhas são ‘brutas’. Têm uma sola consideravelmente alta e volumosa e, a comparar com outras sapatilhas (comparo, por exemplo, com as outras adidas de running que tenho: as UltraBoost 5) parecem muito mais compridas, visto que a sola não se limita à área do pé.

Ainda assim, e sendo estas umas sapatilhas de running e não de dia-a-dia, o desenho funciona muito bem e não resulta num aspeto excessivamente grande, quando calçadas. Como referido no início do artigo, a grande novidade deste lançamento é a cor das Ultraboost 22 que a adidas lançou agora para o verão de 2022 e que vem completar a linha lançada no final do ano passado. O branco com detalhes a laranja e salmão têm a dose certa de elegância e atenção. Foco: garantir que se mantêm brancas por muito tempo, mas sem me privar de lhes dar o devido uso!

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