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Coma este alimento e evite problemas do coração

Ao digerir alimentos ricos em gorduras insaturadas, estamos a estimular a produção de apolipoproteína A, uma proteína presente no plasma.

apolipoproteína A

Apesar do combate feroz a tudo o que envolva a palavra ‘gordura‘ com medo de que apenas dizer essa palavra em voz alta nos faça engordar, a verdade é que precisamos dela para garantir o funcionamento do organismo. Ainda assim, existem gorduras que fazem melhor à saúde do que outras. Ao comer gordura, opte pelo azeite, em vez de margarina ou da mais tradicional banho de porco.

O azeite, além de ser uma gordura vegetal, é um alimento rico em gorduras insaturadas. À temperatura ambiente, as gorduras insaturadas estão no estado líquido, como é normal no caso do azeite. Ao digerir alimentos ricos em gorduras insaturadas, estamos a estimular a produção de apolipoproteína A, uma proteína presente no plasma.

Isto apresenta-se como uma vantagem, segundo anuncia um estudo da Centro Keenan de Pesquisa para as Ciências Biomédica, dado que níveis mais elevados de apolipoproteína A no sangue levam a um menor risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

 

Apolipoproteína A e a sua alimentação

O azeite, como explicado em cima, é rico em gorduras insaturadas, pelo que estimula a produção de apolipoproteína A. No entanto, tal como todos os alimentos, o azeite deve ser parte integrante de um estilo de vida saudável.

Esta proteína leva a que haja uma redução da acumulação de plaquetas nos vasos sanguíneos e tem ainda a capacidade de mudar de forma. Assim, acompanha o aumento do fluxo sanguíneo, tornando-se uma forma de proteção dos vasos, evitando que haja um bloqueio. Os investigadores perceberam que, depois de cada refeição, o efeito da apolipoproteína A centra-se ainda na diminuição da hiperatividade das plaquetas, reduzindo o processo de inflamação. Deste modo, ingerir alimentos ricos em gorduras insaturadas diminui o risco de ataque cardíaco e de AVC.

Este estudo provou ainda que as apolipoproteínas A funcionam ao seu próprio ritmo biológico, ou seja, que têm o seu próprio relógio circadiano. Neste sentido, estas proteínas encontram-se mais ativas durante a noite e menos ativas durante a manhã. É, então, possível afirmar que existe uma maior propensão para sofrer ataques cardíacos durante a manhã, ao acordar, devido à reduzida ação destas proteínas.

 

Dormir é o melhor remédio

Já, em artigos anteriores, falamos sobre a quantidade de horas de sono que deve ter por noite. Apesar de ser um tema alvo de vários estudos científicos, muitas pessoas optam por desvalorizar as horas de sono. No entanto, mostramos, uma vez mais que dormir é, de facto importante. Isto, se quiser evitar, entre outros males (que incluem um estado depressivo e falta de concentração), problemas do coração. Este estudo canadiano adianta ainda que não chega ter uma alimentação rica em gorduras insaturadas para cuidar do seu coração.

Deste modo, os investigadores sugerem que combine a quantidade recomendada de horas dormidas com a ingestão de azeite, criando a junção ideal para o desenvolvimento da apoproteína A. Assim, é possível reduzir o risco de ataque cardíaco, AVC e ainda aterosclerose.

 


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