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Carta aberta à saúde mental

Mafalda Almeida
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Por Mafalda Almeida Executive & Life Coach, formadora, palestrante, mentora e autora do livro Veja em si a Melhor Mulher do Mundo

Sem sombra de dúvidas que uma plataforma como a Women’s Health existe não só para nos ajudar e facilitar a vida no que diz respeito à saúde física, mas também no âmbito da saúde mental. Hoje, cada vez mais poderá ser este o foco, dada a situação que todas atravessamos.

O objectivo deste artigo não é falar mais uma vez sobre a pandemia. É sim falar sobre soluções, sobre oxigénio para a nossa mente para o nosso espírito.

Em Coaching falamos sobre objectivos e planos de acção, nua vertente muito virada para o presente e mais ainda para o futuro. E sim, podemos falar em “objectivos” nesta fase cansativa, estranha, depressiva, demasiado triste e incerta.

O facto de traçarmos objectivos ajuda-nos a mostrar à nossa mente que existe algo para onde podemos caminhar. Uma regra importante a não esquecer: os objectivos traçados devem depender só de nós, para que o poder da sua concretização esteja a 100% nas nossas mãos.

Retomando então o tema principal desta crónica: podemos e devemos traçar um objectivo para ser concretizado em tempo de pandemia. Isto “distrai” a mente de forma positiva, ou seja, ajuda-nos a focar em algo que represente uma conquista, uma concretização, um novo projecto nas nossas vidas. Esse projecto pode ser tão simples como: “eu todos os dias vou aprender e fazer uma receita vegetariana nova”. Já verificou recorrendo a este exemplo, o que será atingir este objectivo ao final de um mês?

Representa mais conhecimento, aprendizagem, e uma estrondosa e divertida hipótese de partilhar esse conhecimento com as pessoas, quem sabe sob a forma de um livro online? Bom, foi só uma ideia. A verdade é que ao implementarmos estes objectivos, estamos a trabalhar no nosso desenvolvimento pessoal, e a trabalhar no âmbito da melhoria da nossa saúde mental.

Gostava somente de indicar que não devemos fingir que nada disto está a acontecer. Não me interprete mal quando refiro a expressão “distrair a mente”. Devemos sim ouvir o nosso interior, chorar quando devemos chorar (tenho dias em que choro bastante, confesso), permitir que as nossas emoções surjam e se vão embora. Reconhecer que elas estão connosco e que não as podemos ignorar. Este passo é fundamental para que consigamos manter a calma, e para que possamos trabalhar de forma consciente naquilo que pode só depender de nós.

Quero que saiba que estou por aqui, e que tenho todo o gosto em receber notícias suas.

 

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