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Camila Coelho: A luz de quem vive com epilepsia

Diagnosticada com epilepsia aos nove anos, Camila vê a vida pelo lado positivo.

@camilacoelho

Quando Camila Coelho lançou a sua linha de beleza, em agosto do ano passado, escolheu o nome Elaluz. Foi como um aceno à ideia de que cada uma de nós possui um brilho interior que se destaca ainda mais quando estamos confiantes.

Apropriado, já que ela também usou as suas próprias reservas de luz no ano passado para partilhar um grande segredo: Camila tem epilepsia, uma doença neurológica que lhe foi diagnosticada há mais de duas décadas.

A influencer manteve o segredo por medo do estigma ou do bullying, mas, após construir uma vida pública e uma comunidade de quase 9 milhões de seguidores no Instagram, percebeu que a sua experiência poderia ajudar as muitas pessoas que vivem com uma doença crónica.

Quando falou sobre a sua doença revelou também a sua maior preocupação: que a epilepsia tenha impacto na sua capacidade de um dia ter um bebé saudável. (Alguns medicamentos anti síncopes representam riscos para o feto, mas deixar de os tomar também pode apresentar perigos para o paciente).

A liberdade que Camila sentiu depois – e as mensagens de apoio que recebeu – foram “como tirar um peso dos ombros”, conta.

Além de ser influencer, é embaixadora da Fundação de Epilepsia da América e quer ser capaz de ajudar aqueles que lutam para se aceitarem. Encontrar a sua própria luz é a derradeira vitória.

Expresse a sua gratidão

“Em vez de me concentrar no porquê de me sentir stressada ou em baixo, paro e conto as minhas bênçãos, até as coisas mais simples como ‘tenho uma boa saúde’ ou ‘tenho uma família linda’. Quando o digo em voz alta faz-me sentir com sorte e esqueço-me das coisas más”.

Faça reset com um abraço

“Todos os dias pratico um abraço de 20 segundos com o meu marido, Ícaro. Ativa algo no meu corpo que alivia o stress e automaticamente me deixa mais calma e feliz. Parece parvoíce, mas funciona”.

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