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#aWHtestou. Já ouviu falar de Progressive Yoga?

Fomos experimentar uma aula de Progressive Yoga no Health Club Holmes Place Avenida Defensores de Chaves, em Lisboa. Este foi o resultado.

* Na rubrica #aWHTestou, a redação Women’s Health atreve-se a experimentar novidades que chegam ao mercado e a contar a sua experiência na primeira pessoa.

Hatha, Yin, Kundalini foram alguns dos estilos de Yoga que já experimentei. Quando vi a aula de Progressive Yoga no Holmes Place, senti curiosidade e decidi experimentar, mas antes de passarmos para a experiência propriamente dita, convém fazer um disclaimer importante: ao contrário dos estilos que já pratiquei, o Progressive Yoga não é uma linha dentro deste tipo de ‘modalidade’.

O Yoga é uma filosofia de vida e pode ser praticado em qualquer lugar, com qualquer coisa e vai muito mais além do exercício físico que é apenas uma parte. A intenção e o estado de presença são dois pilares importantes quando estamos a praticar Yoga e, de acordo com a instrutora Marcela Vitorino, não pode existir uma linha que se resuma apenas a utilização de uma cadeira, como é o caso do Progressive Yoga.

Então, o que podemos esperar desta aula e para quem é indicada?

Uma aula de Yoga normal, cuja linha será definida pelo próprio instrutor, de acordo com a sua própria experiência e a prática dos alunos. A principal diferença é a utilização da cadeira que facilita muito a construção de invertidas para as pessoas que têm hérnias na cervical ou qualquer tipo de problema no pescoço. “Não diria todas, mas quase 100% das pessoas podem fazer a invertida [com a cadeira] sem se magoarem na cervical”, refere Marcela Vitorino.

Além disso, também facilita nas posturas que exigem equilíbrio e quem acha que não consegue ou não tem a confiança suficiente para fazer invertidas. No entanto, o aluno precisa de ter a consciência que não pode depender do aparelho e que deve olhar para este como se fosse um ponto de apoio de evolução – daí o nome da aula, Progressive Yoga.

Além do equilíbrio, senti que a força também foi colocada à prova a partir de várias posições em que tínhamos de sustentar o peso do corpo durante alguns segundos. Para mim foi desafiante, mas este tipo de aula está indicada para qualquer nível de Yoga.

Dentro da minha experiência, posso dizer que senti saudades do tapete, mas que foi mais uma oportunidade para colocar à prova a minha atenção plena e a minha consciência corporal. Um dos pontos que me chamou a atenção (e que me relembrou as aulas de Yoga) foi a oportunidade de estarmos em contacto connosco próprios que esta filosofia oferece.

“Mediante os nossos afazeres e o apego a objetivos e metas, esquecemo-nos de viver. Neste momento, podem enraizar e caminhar através do vosso corpo”, disse Marcela Vitorino, enquanto nos explicava uma das posturas.

Para se fazer Yoga é preciso estar-se recetiva a ouvir aquilo que o nosso corpo tem para nos dizer e esta aula permitiu-me isso.

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