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Amor sem julgamentos: A pressão é mais intensa para as mães

Na campanha alusiva ao Dia da Mãe, O Boticário propõe uma reflexão sobre o julgamento materno.

BOTICÁRIO

Na check list de uma “boa mãe” encontramos: parto normal, amamentação e não deixar o bebé chorar ou gritar. Numa era em que as redes sociais são predominantes, se falhar, será julgada e culpada em “praça pública”

É comum uma mãe ser julgada pelas aparências. Ter um dedo apontado para o que ela fez de errado ou deixou de fazer parece ser daqueles fardos que várias mulheres carregam ao entrar na maternidade.

Não há como negar que as redes sociais facilitaram a vida de muitas pessoas, incluindo as recém-mamãs. Há quem consulte grupos para saber se determinado comportamento é normal e há ainda quem peça um conselho ou simplesmente palavras de apoio num momento difícil.

Mas tudo tem dois lados. Um estudo realizado pela Refinery29.com, revela que as redes sociais podem ter um impacto bastante negativo na maneira como os pais se veem. Depois de entrevistar 500 mulheres canadenses, os investigadores descobriram que aplicações como o Instagram, Facebook e Twitter fazem com que as mães se sintam inseguras em relação à maternidade. 82% admitiram comparar-se a outras mães nas redes sociais, e 69% disseram ter insegurança em relação à maneira como encaram a maternidade.

Este ano, O Boticário quer falar sobre este assunto com a nova campanha alusiva ao Dia da Mãe, que se celebra a 1 de maio. A marca propõe uma reflexão sobre o julgamento materno.

Com o tema #AmorSemJulgamentos, O Boticário convidou Yolanda Tati para moderar uma conversa com Sara Matos, Ana Garcia Martins e Susana Almeida. As convidadas deram o seu testemunho como mães que enfrentam diariamente comentários negativos nas redes sociais.

Basta pouco para uma mãe ser avaliada sobre a sua performance. Ainda que os livros sobre maternidade sejam muito vendidos, não existe uma fórmula mágica para cuidar de um bebé. Como tal, o conselho das convidadas é o mesmo: “seguir a intuição”, como disseram em conferência de imprensa esta terça-feira, 26 de abril.

As mães precisam de uma rede de apoio para sustentar a dura missão que é a maternidade, como defendem as convidadas. Para Ana Garcia Martins, também conhecida como A Pipoca Mais Doce, essa rede é constituída por uma “pediatra e, ocasionalmente uma ou outra amiga” com quem pode contar para esclarecer alguma dúvida.

Já a atriz Sara Matos diz contar com o apoio da família nesta nova fase da sua vida.

Como reagem aos comentários negativos nas redes sociais?

Ao contrário das restantes convidadas, Sara Matos diz ainda não ter quaisquer “razões de queixa” relativamente a comentários negativos. Isto porque a atriz opta por manter a sua vida familiar longe dos olhos do público, evitando assim julgamentos.

Já Ana Garcia Martins e Susana Almeida, autora do livro “Ser Super Mãe É Uma Treta!“, estão habituadas a este tipo de críticas, apesar de inicialmente ter sido “difícil”. Hoje em dia, optam por ignorar os comentários negativos e seguem “o coração” no que diz respeito à educação dos filhos.

O papel do pai

É comum que, durante os primeiros meses do bebé em casa, o pai se sinta excluído da relação com o filho. Muitos costumam dizer que a criança “só mama e dorme” e, assim, não encontram o seu papel nessa rotina que parece tão exclusiva da mãe.

Segundo Ana Garcia Martins, “os pais tendem a ser vistos como aquelas pessoas que ajudam a mãe quando têm tempo”. Apesar de ainda existir o pensamento de que a mulher é que tem de cuidar dos filhos, as convidadas defendem que a sociedade tem, aos poucos, desconstruído este conceito, embora a pressão continue a ser mais intensa para as mães, tal como defende A Pipoca Mais Doce.

Sara Matos conta que pôde contar com o apoio de Pedro Teixeira desde o início da gravidez, não só para a ajudar em tudo o que podia como também para a tranquilizar.

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