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Alimentos alcalinos. Quais são e o que prometem?

São vários os estudos sobre o impacto dos alimentos no pH do organismo humano. E há quem defenda a alimentação alcalina. Mas, em que é que isso consiste?

É tudo uma questão de pH. A saúde do corpo humano depende do valor de pH que este tem e os alimentos alcalinos são aqueles que libertam o organismo da acidez que lhe tira saúde.

Por organismo ácido entende-se aquele que se encontra entre 0-7 numa escala de pH. O valor mais neutro é o 7 e tudo o que for superior a isso (entre 7-14) é considerado alcalino.

Segundo um estudo da Universidade de Alberta, no Canadá, o corpo humano precisa de um pH médio de 7,4 para ser saudável.

Contudo, este valor é uma média geral e ideal. E isto porque o pH varia consoante a parte do corpo, sendo que o da pele, por exemplo, é de 5,5, já o do trato digestivo varia entre 1,5 e 7,0.

Para encontrar o pH ideal do corpo – ou, pelo menos, um que promova a saúde – há quem adira à alimentação alcalina, que, segundo o médico Stephan Domenig, não é uma dieta da moda, nem tão pouco um plano alimentar que faz com que passe fome.

“É uma filosofia da nutrição que garantirá boa saúde e a manutenção do peso mais indicado para si”, lê-se em A Cura Alcalina [Vogais].

 

Alimentos alcalinos. O poder da limpeza

São vários os estudos realizados sobre o impacto dos alimentos no pH do organismo humano. Uma boa parte defende a importância da alimentação alcalina. Mas, em que é que isso consiste?

Na prática, é uma dieta rica em frutas, vegetais e frutos secos. Exclui todo e qualquer alimento processado e dá prioridade à comida no seu estado mais natural.

“A alimentação alcalina tem como finalidade manter o equilíbrio do pH do organismo, preferencialmente próximo da neutralidade, com a ingestão de alimentos mais alcalinos em detrimento de alimentos mais ácidos”, lê-se no livro A Cura pela Alimentação Alcalina [Lua de Papel].

Estes alimentos atuam como uma espécie de escudo protetor do organismo, uma vez que são normalmente ricos em cálcio, magnésio e potássio- minerais com grande importância para o sistema imunitário.

Ao promover um pH alcalino, este tipo de dieta reduz o risco de cancro – uma vez que trava a ação inflamatória -, preserva a saúde dos ossos, melhora a condição muscular e zela pela capacidade cognitiva.

Uma alimentação alcalina é ainda capaz de travar o envelhecimento precoce.

Mas para seguir uma dieta alcalina não basta apenas escolher os alimentos corretos. A forma como são confecionados é também importante e Alexandre Fernandes e Duarte Alves revelam no livro quais as melhores forma de alcalinizar os alimentos.

Para alcalinizar o leite, por exemplo, basta fervê-lo por 15 minutos com uma folha de couve.

 

Alimentos com ação ácida

“Um organismo ácido é um íman para o desenvolvimento de doenças”, dizem os autores na sua obra.

Entre os alimentos que provocam uma maior acidez do organismo – e, por consequência, tiram saúde – estão a carne vermelha, o peixe, os laticínios, os ovos, os cereais, refrigerantes e bebidas alcoólicas.

Mas há mais, diz o livro dos dois especialistas portugueses que alimentos saudáveis como a ameixa, o grão-de-bico, o cacau, o iogurte e o arroz podem ter também uma ação ácida.

E a lista é bem maior do que pode imaginar!

Entre as muitas consequências de um organismo demasiado ácido estão as alterações hormonais, a azia, o cabelo e unhas fracos, a celulite, a obstipação, a celulite, a falta de concentração, o excesso de peso, pele seca, dores, insónias, inflamações, cancro.

Clique nas imagens acima e fique a conhecer alguns dos alimentos alcalinos, segundo Alexandre Fernandes e Duarte Alves.

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