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Harvard deita por terra eficácia de suplementos e vitaminas

São presença frequente no estilo de vida de muitas pessoas, mas Harvard parece não estar convencida com a eficácia dos suplementos.

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Ora queremos ter mais energia, ora procuramos uma melhor memória. Ora desejamos um cabelo e umas unhas mais fortes ou simplesmente necessitamos de compensar o stress e a má alimentação que andam sempre de mão dada. O recurso a suplementos e vitaminas é uma constante, mas, afinal, não são uma opção assim tão eficaz.

A conclusão é de um recente estudo da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que passou a pente fino investigações anteriormente feitas e notou que são escassas – ou até mesmo quase nulas – as evidências que provem a eficácia destes suplementos alimentares.

Na prática, a maioria das pessoas não fica beneficiada ao adicionar um ou mais suplementos à dieta diária, pois o organismo humano absorve de forma mais fácil e eficaz os nutrientes oriundos da alimentação do que aqueles que são formulados em cápsulas e que muitas vezes nem sequer possuem as doses necessárias e recomendadas.

Porém, a toma de suplementos e de vitaminas pode, de facto, fazer sentido em alguns casos. Está mais do que provado que as grávidas devem tomar ácido fólico e que as crianças ficam a ganhar com a toma de vitamina D e suplementos de ferro. No caso dos mais velhos, com 50 ou mais anos, a toma de vitamina do complemento B pode ser uma boa aposta, já a toma de multivitamínicos é desnecessária.

O estudo foi publicado no passado dia 5 na revista científica The JAMA Network.

 

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