Menu
Inicio Nutrição A quantidade certa de cada superalimento

A quantidade certa de cada superalimento

Dê mais nutrientes à sua alimentação, mas sem exageros.

A quantidade certa de cada superalimento

Fazem parte de uma alimentação diversificada, mas ainda há muitas dúvidas quanto à melhor forma de utilização. Falamos claro dos superalimentos e temos aqui tudo o que precisa de saber sobre cada um deles e, claro, qual a quantidade certa.

A nutricionista Catarina Esteves, das lojas Celeiro, explica tudo. Tome nota.

 

Spirulina

Esta alga de cor verde possui interessantes quantidades de proteínas, vitamina B12, ferro, ómega-6 e antioxidantes como o betacaroteno. Estes nutrientes parecem conferir-lhe uma ação antimicrobiana e promover a saúde intestinal. Pelo seu papel no metabolismo da gordura, a spirulina pode ainda revelar-se útil na melhoria dos níveis de colesterol. Uma vez que se trata de uma alga, tem um teor de iodo considerável, pelo que o seu consumo deve ser moderado, especialmente por quem tem problemas relacionados com a tiroide.

 

Clorela

Esta alga é uma excelente fonte de proteína vegetal, fibra, vitaminas do complexo B, vitamina C, e E em carotenoides entre os quais luteína. Contém ainda uma variedade importante de minerais como o ferro e de ácidos gordos ómega-3. Em comparação com outras algas, possui teores mais elevados de clorofila, pelo que poderá apresentar benefícios adicionais ao nível da desintoxicação hepática, pode ainda contribuir para a regeneração dos tecidos e para estimular a imunidade. Mais uma vez, tem um teor de iodo considerável, pelo que o seu consumo deve ser moderado, especialmente por quem tem problemas relacionados com a tiroide.

 

Matcha

O matcha é um tipo de chá verde em pó utilizado em cerimónias no Japão e que demonstrou possuir um teor de catequinas pelo menos três vezes superior às variedades regulares de chá verde. Na sua composição também se encontram elevadas quantidades de cafeína, sendo que 2 g de matcha correspondem a meia chávena de café expresso.

 

Erva de trigo

As folhas mais jovens do trigo que caracterizam este superalimento têm um conteúdo muito significativo em clorofila, flavonoides e vitaminas C e E, que em quantidades moderadas podem contribuir para as defesas antioxidantes e o reforço da imunidade. Alguns estudos sugerem ainda que a erva de trigo pode favorecer os processos de desintoxicação do organismo e atenuar os efeitos secundários associados a determinados medicamentos.

 

Sementes de chia

Extremamente ricas em fibras, antioxidantes, proteínas, vitaminas e minerais, e são a fonte vegetal mais rica em ácidos gordos ómega-3 que se conhece até à data. Como têm uma elevada capacidade de absorção de líquidos e um teor elevado de fibra solúvel, ajudam a libertar os hidratos de carbono na corrente sanguínea, reduzindo o apetite. Podem ser consumidas cruas, adicionadas às bebidas, iogurtes, saladas ou pão.

 

Linhaça

Fonte de proteína. Alto teor em gorduras polinsaturadas. Alto teor em fibra, vitamina B1, magnésio, ferro e selénio. Alguns estudos sugerem que a linhaça ajuda a manter a sensação de saciedade, a promover os movimentos peristálticos contribuindo para regular o funcionamento intestinal e a manter o peso corporal normal. Tente ingerir a linhaça triturada uma vez que desta forma a sua absorção e disponibilidade de nutrientes é mais eficaz.

 

Sementes de cânhamo

As sementes de cânhamo constituem uma fonte nutricional muito relevante de proteína completa, destacando-se também pela riqueza em ácidos gordos ómega-3 e 6 (num rácio ideal de 1:3). Contêm níveis elevados de vitamina E, potássio, fósforo, magnésio e ferro, que contribuem para a saúde cardiovascular e para a manutenção muscular.

 

Dose diária aconselhada

Spirulina – 1 colher de chá

Clorela – 1 colher de chá

Matcha – 1 colher de chá (corresponde a um café expresso, em temos de cafeína)

Erva de trigo – 1 colher de sopa

Sementes de chia – 1 colher de sopa cheia

Linhaça – 1 colher de sopa

Sementes de cânhamo – 1 colher de sopa

Brand Story