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À conversa com Francisca Pereira

Tem uma energia contagiante, uma forma física de fazer suspirar (e já com três filhos!) e revelou-nos todos os seus segredos

Tem uma energia contagiante, uma forma física de fazer suspirar (e já com três filhos!) e revelou-nos todos os seus segredos

Viagem de sonho

Eu, o meu marido [o ator Ricardo Pereira] e os nossos filhos numa autocaravana pela Austrália.

Guilty pleasure

São tantos! Não sou nada doceira, mas não resisto a uma boa comida alentejana.

Maior desafio da maternidade

Além de ser mãe de três, o maior desafio é, com o passar dos anos, conseguir acompanhar o crescimento e saber qual a melhor forma e o melhor caminho a seguir para educar as crianças e prepará-las para o mundo. É um dos maiores desafios, saber como responder às perguntas, como ensinar, como ralhar, como inspirar, como gerir as personalidades deles. Eu e o Ricardo fazemos sempre isso em conjunto, ponderamos muito.

O lado criativo

Tirei o curso de moda em Londres e quando fui com o Ricardo para o Brasil recebi o convite de uma amiga minha que queria muito ter uma linha de lingerie. Passava a vida a dar-lhe dicas até que ela me pediu ajuda. Acabámos por fazer peças incríveis e a Cantê lançou-me o desafio. Era o meu sonho criar lingerie e já vamos para a quarta coleção da linha My Intimate Cantê. Estamos radiantes – até porque vamos ter uma linha de noivas. Gostava de ter uma linha de fitness. O céu é o limite.

Rotina de beleza

Se há algo que não dispenso de dia e de noite é limpar bem a cara e desmaquilhar-me, é a minha regra geral, até porque adoro andar maquilhada. Além do desmaquilhante, uso cremes de hidratação da Gernetic e à noite faço máscaras. Tenho muito cuidado com o meu rosto.

Sempre na bolsa de maquilhagem

Batom. De qualquer cor, a que melhor se encaixar no meu estado de espírito.

Livro de mesa-de-cabeceira

De momento, estou a ler o livro Seja Foda! Feliz, Otimista, Determinado e Abundante, do autor brasileiro Caio Carneiro. É um ótimo livro. Mas tenho sempre o Principezinho, que é um livro que já tinha lido quando era miúda e que, há três anos, voltei a ler para o meu filho mais velho. Agora, quando voltei novamente a ler, percebi que é um livro intemporal, que os anos passam e que o mundo tem cada vez mais problemas, e isso ajuda a ver a vida de uma forma diferente. É um livro que faz avaliar o mundo e a perspetiva muda cada vez que o leio.

Aventura ou romantismo

Acho que a aventura tem de ter sempre o seu quê de romantismo.

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