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7 novas alternativas aos superalimentos do momento

Se os cálculos macro e os objetivos de preparação dos alimentos tornaram as suas refeições monótonas, vai agradecer-nos por estas mudanças simples e nutritivas para os seus alimentos básicos

7 novas alternativas aos superalimentos do momento

O mundo da alimentação está em constante mudança e isso implica o aparecimento de novos ingredientes, novas combinações, novos superalimentos e novos regimes alimentares. E isso é bom, pois quanto mais variada e saudável for a alimentação, melhor.

Se pretende aventurar-se neste sempre novo mundo da nutrição, fique a conhecer algumas das trocas alimentares que deve colocar em prática o quanto antes, tornando o seu regime alimentar mais colorido, diversificado e nutritivo. Mas vá com calma! Estas trocas devem ser pontuais, o objetivo não é de todo excluir alimentos, mas, sim, encontrar alternativas saudáveis e que tornem a alimentação mais rica e divertida.

 

Troque a buddah bowl pela poké bowl

E quando passa os domingos a preparar pratos coloridos taças Buddha? Mas agora há a novidade do poké, um preparado de peixe cru marinado e um clássico havaiano. Os locais com poké estão a aparecer por todo o lado, mas você pode confecionar o seu próprio com um peixe gordo como o atum ou o salmão, arroz de sushi e uma marinada de molho de soja, vinagre de arroz e gengibre. Finalize com coentros, cebolinha verde ou sementes de sésamo.

Veredito da WH: Porquê escolher entre Buddha e poké quando pode combinar em simultâneo uma taça poké vegan com recurso a cubos de beterraba ou tofu?

 

Troque a quinoa pelo sorgo

O sorgo – não falamos de uma peça de teatro temperamental dinamarquesa, mas de um cereal isento de glúten tradicionalmente usado na alimentação africana. Com a procura por alimentos produzidos de forma sustentável a prosseguir um único caminho, irá gostar de saber que um acre de sorgo precisa significativamente de menos água do que outros cereais. Ganhou primeiro popularidade nos E.U.A., como uma alternativa isenta em snacks, mas está a ganhar posicionamento nos menus de saladas em restaurantes internacionais, sobretudo nos mais in de Nova Iorque e Los Angeles como um substituto da quinoa.

A verdade é que o sorgo tem um perfil nutricional que rivaliza com a quinoa, com um teor calórico, de hidratos de carbono, fibra e gordura semelhante. Contém vitaminas B, como niacina, tiamina e B6. Além disso, é uma fonte de ferro, zinco e magnésio.

Veredito da WH: O sorgo tem uma consistência semelhante a um cuscuz gigante e um sabor ligeiramente mais adocicado, o que faz dele uma boa aposta. Sugerimos que tenha um pacote de farinha de sorgo no armário de cozinha para preparar algumas refeições semanais.

 

Troque a massa fermenatada pela massa germinada

O pão germinado é preparado a partir de sementes, às quais foi proporcionada a oportunidade de brotar – ou germinar. É uma ótima alternativa ao pão integral regular, que não reúne o consenso de todos – pensa-se que o processo de germinação destrói certos compostos dos grãos, tornando os nutrientes mais facilmente absorvidos. Então, como comparar com o estimado e saudável alimento que é a massa fermentada? Como outro pão integral, o pão germinado é uma excelente fonte de fibras, proteínas e vitaminas. A massa fermentada é preparada com uma fórmula que substitui o fermento e faz o pão levedar. Confere um sabor ligeiramente ácido e faz baixar o índice glicémico.

Veredito da WH: É uma boa opção para quem gosta de tostas. Nada como experimentar.

 

Troque os mirtilos pela múcua

Detestamos menosprezar os mirtilos – seguramente o primeiro e único alimento responsável pela tendência das supercomidas –, mas o embondeiro ou baobá (pronuncia-se bau-bá) não poderia ser melhor, mesmo que crescesse no quintal de Gigi Hadid. É conhecido como a árvore da vida em África devido aos seus elevados níveis de nutrientes essenciais – o interior do fruto contém mais vitamina C do que as bagas de goji e os mirtilos e o sabor é uma espécie de mistura de abacaxi com melão. Esperamos vê-lo muito brevemente nos corredores de frutas frescas e congeladas dos hipermercados, mas, entretanto, terá que contentar-se com o extrato em pó – o seu sabor cítrico faz dele o ingrediente perfeito para supercarregar os seus batidos.

Veredito da WH: Se gosta de fruta ao natural, continue com os mirtilos. Mas já existe solução em pó em algumas lojas de produtos naturais.

Troque as sementes de chia por sementes de melancia

Dê um tempo às sementes de chia – já anda a abusar delas em tudo o que é pequeno- -almoço e lanche. A melancia pode ter sido a sua fonte de líquidos o verão passado, mas, em 2018, ela será rainha. Mas, desta vez, não pela polpa, mas pelas sementes. Ou seja, não deve preocupar-se em tirar as sementes quando comer a polpa; mas se o fizer, pode sempre guardá-las para depois secar ao sol – ver como fazer no veredito – e comer em iogurte. Estudos conseguiram comprovar que as sementes da melancia contêm magnésio, cálcio e ferro.

Veredito da WH: Felizmente temos melancia praticamente durante todo o ano, pelo que aproveite para comê-la com polpa e sementes. Mas se lhe fazem impressão as pequenas sementes, retire, seque-as e leve-as a tostar no forno durante 10 minutos a 180°C.

 

Troque a couve pelos vegetais do mar

Oh couve, estiveste nos píncaros! Terás sempre as t-shirts, as memes, as mems… Lembras-te quando a Beyoncé te usou numa t-shirt? Bons tempos, só que agora descobrimos algo, hum, mais húmido. Alga, kombu, kelp, dulce, wakame e nori. São os vegetais do oceano, que já começam a aparecer nos menus dos restaurantes e que se prevê que comecem a inundar os supermercados em Portugal. Os vegetais do mar são ricos em nutrientes, particularmente minerais, tais como o cálcio e o iodo, os quais muitas de nós tem dificuldade em receber em quantidades ideais. Faça noodles de kelp, atire algumas algas para uma frigideira e deixe refogar ou esmague nori e polvilhe um pouco sobre a sua salada.

Veredito da WH: É provável que tenha recordações da couve, mas sugerimos que se familiarize com esta opção oceânica. Vai ficar rendida!

 

Troque o iogurte grego por kefir

A saúde do aparelho digestivo, intestinos incluídos, é ainda um assunto importante em 2018, e o seu sistema digestivo só tem a ganhar com isso. Sexy não será, mas, com vários estudos em andamento, irá certamente continuar a ouvir falar muito dos alimentos que mantêm a sua tubagem a ronronar. O quefir pode não ser o mais esteticamente agradável dos alimentos fermentados (provavelmente o filho bastardo do queijo fresco e algo parecido com o vómito de bebé), mas faz maravilhas para fortalecer o seu sistema imunitário. Estudos recentes sugerem que as estirpes de bactérias no quefir são muito mais resistentes ao acido gástrico do que vários probióticos, o que significa que uma quantidade substancial destes chega à flora intestinal.

Veredito da WH: Se o seu estômago pudesse falar, ele dir-lhe-ia para comer quefir, mas o sabor acre e forte significa que as suas papilas gustativas poderão estar menos predispostas a ele. Experimente misturar com iogurte por cima de granola.

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