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4 práticas para um cérebro mais forte (não negue o álcool)

Quanto mais saudável for o seu estilo de vida, mais se afasta do risco de demência? Sim, mas deixemos a generalização de parte e foquemo-nos em exemplos concretos.

4 práticas para um cérebro mais forte (não negue o álcool)

Mesmo que tenha predisposição genética a vir desenvolver Alzheimer, há certos aspetos que deve adotar (já!) como forma da reduzir o risco. Assim comprova um estudo agora apresentado pelo JAMA Network que se baseia nos resultados de uma análise em concreto.

Comecemos por uma das conclusões finais do estudo: se hábitos saudáveis fizerem parte do seu dia-a-dia, o risco de desenvolver algum tipo de demência é 32% inferior ao de quem não o faz.

Mas de que hábitos falamos em concreto?

O grupo de investigação que procurou responder a tal questão contou com uma amostra composta por 1700 pessoas. O grupo foi previamente avaliado sobre a predisposição genética a Alzheimer ou outra forma de demência. A cada indivíduo foi analisado também aspetos como atividade física, hábitos de tabagismo, consumo de álcool e dieta seguida.

Com tais fatores em consideração, chegou-se à conclusão que aqueles que apresentavam as consequências de um estilo de vida saudável eram caraterizados pelos seguintes hábitos:

  • Prática regular de atividade física;
  • Consumo moderado de bebidas alcoólicas
  • Dieta equilibrada e variada.

Por alimentação equilibrada os autores do estudo referem-se à ingestão de mais de três porções de frutas ou vegetais por dia, consumo de peixe pelo menos duas vezes por semana e um consumo apenas pontual de carne processada. Quanto a álcool, não mais do que uma dose de cerveja por dia. Fácil, não?

Para bem se chegar a tais conclusões, os investigadores acompanharam a amostra por um período de oito anos. Tal permitiu confirmar que, só naquele período, 1% da amostra desenvolveu algum tipo de demência.

Próximo passo do estudo

Para completar estes dados, o grupo de investigação pretende perceber como é que tais hábitos atuam em concreto. Mas mesmo antes de se chegar a novas conclusões, uma coisa é certa: é na prevenção que está a solução.

Resta-lhe saber o que NÃO comer, pelo bem do seu cérebro. A resposta está na galeria de imagens acima apresentada.


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